I Congresso Nacional do Chá
Decorre este fim de semana, na cidade do Porto, o I Congresso Nacional do Chá. A nossa freguesia marca presença através do Chá Porto Formoso. Haverá um stand de exposições e a apresentação do livro "Porto Formoso - Um chá do Oceano" da autoria de José António Pacheco.
Assim se promove o desenvolvimento do Porto Formoso e da cultura do chá.
É necessário investir na divulgação das qualidades da nossa terra e a cultura do chá, bem como, participações em congressos são boas formas de o fazer.
Decorreu uma exposição de fotografia sobre o Chá no Teatro da Ribeira Grande durante o mês de Março.
Já foi transmitido o programa REPÓRTER no dia 20/03/2006 às 21h00 na RTP-A! Foi exibida uma reportagem da jornalista Teresa Nóbrega sobre o Chá dos Açores com particular incidência no Porto Formoso. Apareceu muita gente conhecida...
Mais informações em www.congressodocha.com
Assim se promove o desenvolvimento do Porto Formoso e da cultura do chá.
É necessário investir na divulgação das qualidades da nossa terra e a cultura do chá, bem como, participações em congressos são boas formas de o fazer.
Decorreu uma exposição de fotografia sobre o Chá no Teatro da Ribeira Grande durante o mês de Março.
Já foi transmitido o programa REPÓRTER no dia 20/03/2006 às 21h00 na RTP-A! Foi exibida uma reportagem da jornalista Teresa Nóbrega sobre o Chá dos Açores com particular incidência no Porto Formoso. Apareceu muita gente conhecida...
Mais informações em www.congressodocha.com
Comentários
Impelidos pelos valores da sobrevivência, muitos ilhéus foram obrigados a emigrarem para os EUA e Canada.
Optando por essa solução, esses nossos conterrâneos contribuiram muito para a nossa economia - Criaram mais oportunidades para os que cá ficaram e elevaram o nosso nivél de vida através da remessa de muito dinheiro.
Portanto, é justo afirmar que os nossos emigrantes tiveram um papel duplo - Ajudaram a comunidade que os acolheu e, simultaneamente, a que os viu nascer.
Apesar dos actuas valores sociais não ligarem muito ao papel desempenhado pelos emigrantes é da mais elementar justiça dizer-lhes - MUITO OBRIGADO.
PS - Esta intervenção saíu aqui porque as actuais plantações do chá no Porto Formoso foram feitas por um emigrante que regressou à sua terra natal.
A impressa de hoje - CORREIO DOS AÇORES - noticia que está a decorrer um abaixo-assinado promovido por um grupo de cidadãos que se queixa do estado da estrada que liga a Ribeirinha ao Nordeste.
Oxalá que esta notícia contribua para que os melhoramenros acelerem.
Antes tarde do que nunca...
No açoriano Oriental e no Jornal dos Açore
- notícia sobre a criação da primeira confraria de chá de portugal: Confraria do Chá do Porto Formoso
Na Capa do Correio dos Açores:
- notícia sobre o abaixo assinado da estrada com entrevista a Emanuel Furtado.
Finalmente começamos a ser notícia. Estão de parabéns os responsáveis pelas noícias e todos os Porto Formosenses.
Cada um tem a casa que merece, como tal, se cidade do Porto tem a Casa da Música, o Porto Formoso, tem a Casa da Mosca. Ambas são polémicas, dão nas vistas, e provocam reacções.
Apesar de tudo, penso eu de que … a Casa da Mosca é suficientemente abrangente em termos de colaboradores e de visitantes, para receber um Post cujo tema é o Congresso do Chá.
Do Congresso de Chá, a comunicação que porventura mais me entusiasmou, foi “Rituais e representações do Chá na Literatura Inglesa”. Como tenho a certeza de que as boas leituras muito nos ENRIQUECEM em termos pessoais e sociais, quando oiço falar de determinados autores ou obras literárias, INVEJO aqueles que organizam o seu tempo disponível de forma a beneficiar do grande prazer que é a leitura.
O livro “ Porto Formoso um Chá no Oceano “ apresentado no Congresso, tem como tema ao cultura do chá na ilha de São Miguel nos aspectos histórico, etnográfico, agronómico e gastronómico. Assuntos sobre os quais nada existia publicado desde 1913.
Afim de colmatar esta lacuna, elaboramos um projecto Leader e logo após a sua aprovação, pusemos mãos á obra. Acompanhei o fotógrafo, José António Rodrigues, durante mais de um ano, afim de cobrir todo o ciclo vegetativo da planta.
Organizamos a muita informação dispersa sobre o chá micaelense que recolhemos nos últimos anos, tentando conciliar o rigor técnico das informações, com uma linguagem acessível.
Reunimos inúmeras vezes com a designer Joana Dias e com os técnicos da empresa Nova Gráfica, para que o livro transmitisse graficamente a grande beleza que esta cultura agrícola e o Porto Formoso encerram.
Após pagamento pela Fábrica dos custos totais do Livro, inerentes á fotografia, designe e composição gráfica, elaboramos o Pedido de Pagamento, para apresentar ao Leader, com os comprovativos das despesas ou seja Facturas, Recibos e Extractos de Conta Bancária.
Passados alguns meses o Leader comparticipou o livro em 66,3 % ficando os restantes 33,6 % a cargo do promotor do projecto neste caso a Fábrica do Chá Porto Formoso.
Este comentário não pretende justificar absolutamente NADA. Apenas pretende, de uma forma pedagógica, dar um simples exemplo de que com IMAGINAÇÃO, mas acima de tudo com TRABALHO e DEDICAÇÃO as obras nascem.
O chá com os seus 5000 anos de existência tem influenciado as artes a literatura e a própria filosofia. Mas acima de tudo, tem contribuído para unir pessoas e civilizações. Espero ter ao longo da minha vida a dignidade e a tolerância que caracterizam esta bebida.
Saudações Formosas
Parabéns ao jagpacheco por levar o nome do Porto Formoso além fronteiras.
Contribui também para isso o facto do lugar ser bonito, agradável e mais ou menos sossegado.
É pena que a freguesia se esteja a transformar num autêntico dormitório, o que provoca um certo afastamento entre as pessoas.
Seria útil que fosse feito um estudo sociológico da freguesia, de modo a que se venham a corrigir esse e outros aspectos menos bons.
Vi ontem à noite o programa da jornalista Teresa Nóbrega sobre o chá.
O Porto Formoso necessita de ser divulgado, dado a conhecer e ontem isso aconteceu. Apareceram paisagens, a fábrica, entrevistaram algumas pessoas (Sr. Dionísio, mulher e filha, José António Pacheco, etc.), viu-se o Luís e o José Gato a apanharem chá e o nome "Porto Formoso" foi dito dezenas de vezes.
Sem dúvida que este programa foi uma mais valia para todos nós.
Aumenta-nos a auto-estima e faz-nos gostar ainda mais da nossa terra.
Deixo uma pergunta: como seria a reportagem se a fábrica tivesse fechada?
cumprimentos
Aconselho a todas as pessoas que passem no teatro da Ribeira Grande e vejam a exposição de fotografia sobre o chá até 31 de Março.
Além estarem lá fotos muito boas, podemos ver gente e paisagens da nossa terra!!!
De referir que estas fotos estiveram expostas em Bruxelas onde o Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, deu uma vista de olhos nelas e que a Câmara da Ribeira Grande serviu um chá com bolinhos no dia da inauguração a quem apareceu.
Deixo mais uma pergunta:
se o Salão Multi-usos já estivesse pronto não era uma boa idéia trazer a exposição para o Porto Formoso e mostra-la ao nosso povo?
Bastaria a boa vontade da Câmara Municipal, da Junta de Freguesia e da Comissão Fabriqueira.
É apenas uma questão de boa vontade
O regresso à paróquia está previsto para o próximo Domingo de manhã.
Fica aqui o registo, uma vez que ninguém fez chegar esta notícia à imprensa regional.
Número preocupante se consideramos a quantidade de açorianos que vive naquele país.
Gostei de ver o programa da RTP Açores porque lembrei-me de muita coisa já passada.
Mais um assunto fui ver as fotografias à Ribeira Grande estão muito bonitas mas amigo Regedor era bom ter as fotografias no Porto mas podes esperar sentado pela inauguraçao do multiusos. Aquelas obras estão mal PARADAS e bem paradas.
Hoje o mar na baía está da cor da terra As ribeiras que estão cheias de ratos e lixo
Bem haja
http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/gato_fedorento/gatos.php
Aos poucos o chá volta a estar na moda e o Porto Formoso pode apanhar boleia...
Não se sabe ao certo a origem das romarias em São Miguel, mas, muito provavelmente estarão associadas ao medo dos vulcões e terramotos, que são encarados actualmente como fenómenos naturais.
Se ao longo destes 500 anos de povoamento, muito tem mudado na religiosidade do nosso povo; com a igreja a perder o papel preponderante na nossa sociedade, o número de católicos praticantes a diminuir dia a dia. Porque é que as romarias, tem cada vez mais e jovens adeptos?
A este fenómeno poderíamos chamar a “busca da espiritualidade”, que hoje em dia está presente em muitas culturas e em muitas outras sociedades. O trabalho, as rotinas diárias e o stress, não deixam espaço para a introspecção, para o auto conhecimento e para o encontro com o sagrado.
Ontem, embalado pela dolência das “ave-marias”, vi passar em Ponta Delgada, o rancho de romeiros do Porto Formoso. Eram muitos os jovens, e alguns até, com experiências muito duras de vida. Penso que unidos pela fé, ao logo da dura caminhada, irão encontrar respostas para algumas perguntas, mas acima de tudo ficarão mais dignos com esta vivência.
Saudações Formosas
Adeus
Foi com bastante tristeza que vi o dono do chá porto formoso afirmar que o chá que tinha era aqule e que as novidades que estão a chegar cá agora não interessam.
i.e. não vai evoluir na qualidade do chá.... e...arrisca-se a ficar a falar sózinho!!