Casa do Povo
"O concurso para recuperação do edifício-sede da Casa do Povo foi lançado em Agosto de 2005, mas erros processuais acabaram por ditar que fosse impugnado.
O edifício continua, desde então, ao abandono, à espera que seja lançado novo concurso. E, apesar de oficialmente os serviços da Casa do Povo estarem instalados no Centro Social e Paroquial da freguesia, a verdade é que a instituição persiste sem actividade. “Por falta de espaço já não temos nada”, diz Laudalino Moniz Rodrigues, presidente da direcção da Casa do Povo. “Apenas o Grupo Folclórico continua ligado à Casa do Povo”, refere.
“Lançámos um primeiro concurso, em Agosto de 2005, mas foi impugnado por uma empresa”, conta o responsável. Sem adiantar muito mais, explica que “a impugnação deveu-se a uma irregularidade no processo do concurso”.
A direcção da Casa do Povo decidiu então recorrer aos serviços de um advogado. Mas o atraso provocado pela impugnação vai já em um ano e meio.
“Pensámos que seria possível lançar o segundo …
O edifício continua, desde então, ao abandono, à espera que seja lançado novo concurso. E, apesar de oficialmente os serviços da Casa do Povo estarem instalados no Centro Social e Paroquial da freguesia, a verdade é que a instituição persiste sem actividade. “Por falta de espaço já não temos nada”, diz Laudalino Moniz Rodrigues, presidente da direcção da Casa do Povo. “Apenas o Grupo Folclórico continua ligado à Casa do Povo”, refere.
“Lançámos um primeiro concurso, em Agosto de 2005, mas foi impugnado por uma empresa”, conta o responsável. Sem adiantar muito mais, explica que “a impugnação deveu-se a uma irregularidade no processo do concurso”.
A direcção da Casa do Povo decidiu então recorrer aos serviços de um advogado. Mas o atraso provocado pela impugnação vai já em um ano e meio.
“Pensámos que seria possível lançar o segundo …