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Um pulo atrás


Há cerca de 5 anos atrás, a TV Cabo realizou um estudo de mercado junto da população do Porto Formoso para perceber se havia interesse em instalar uma rede de cabo na nossa freguesia. Essa rede iria trazer a TV por cabo e, claro, a Net cabo. Nessa altura, muito poucas pessoas afirmaram estar interessadas em subscrever a TV Cabo (pensavam que conseguiam viver a vida toda só com a RTP-Açores e a RTP1).
Ora, um ano ou dois mais tarde, muitas das pessoas que disseram não estar interessadas, "renderam-se" à TV Cabo por satélite... e até já têm SPORTV.
Resultado: o Porto Formoso está cheio de parabólicas penduradas nas chaminés das casas, quando chove muito o sinal de satélite fica fraco e ninguém consegue ver nada na televisão e, pior que tudo, não é possivel ter internet por cabo.

Com tanta antena nas chaminés, veio incomodar o trabalho do Pai Natal esta ano, assim se muitos se queixam da má situação financeira, o que dizer do trabalho do Pai Natal com tanto "incomodo".
IMportante referir ainda que muitos dos Açoreanos, e isto inclui os POrto Formosenses, choram diante das Instituições Sociais e Dirigentes das mesmas, porque nao podem ter casa propria, nao podem pagar e nao sei mais o quê! mas para ter CAbo tv em casa e inclusivé extras tais como Sport Tv e afins ah isto podem!!!
Boas entradas.

Correcto! Naquela altura uns donos dos cafés disseram que não precisavam de mais canais. Importante de referir que agora todos tem sporttv. Os empresários da nossa terra tem pouca visão do futuro. Estão a viver parecido aos tempos antes do 25 de abril.

Adeus

Importa clarificar que grande parte das pessoas que têm as antenas da TV Cabo não têm os canais da TV Cabo. O que têm são os cinco canais gratuitos (RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTPA), cujo acesso no Porto Formoso requer as antenas da TV Cabo.

Alem disso, muitas das familias que inicialmente tinham TV Cabo, já efectuaram o seu cancelamento e mudaram para este regime de canais gratuitos.

O direito a igualdade!


Muitas das actuais antenas parabólicas instaladas, são, a que os açorianos vinham exigidos há muitos anos. Ter acesso aos canais públicos de televisão.
Recorde-se que há muitos anos os cidadãos residentes no continente e arquipélago da Madeira tinham acesso a esses canais.
Para aderir a este serviço o açoriano teve de pagar 50€, ficando isento de qualquer mensalidade.

Boas entradas e que o ano novo seja repleto de realizações!
Com um forte abraço.

Todas as freguesias têm os seus hábitos culturais que devem ser respeitados e é inútil pretender reprimi-los.

Cada pessoa é um pouco a imagem da terra onde nasceu e da educação que recebeu, assim como do grau de formação que continua a adquirir.

Apesar da consulta sobre a TV Cabo ter sido efectuada à cinco anos, a mentalidade das pessoas do Porto Formoso evoloíu muito daí para cá.

A evolução, numa opinião meramente pessoal, atingiu principalmente a àrea feminina.

Basta um pouco de atenção para se observar como as mulheres da nossa terra mostram prazer na execução de muitas tarefas, mesmo quando não lhes é oferecida a adequada compensação material.

É este tipo de comportamento que consegue marginalizar os preguiçosos e, num futuro não muito distante, dará frutos muito bons que motivarão inveja aos que agora andam distrídos.

Caros bloggers,

é notório que nessa altura não houve quem percebesse que o futuro era, inevitavelmente, uma televisão com vários canais. Na altura qualquer pessoa minimamente informada, que visse o telejornal ou que já tivesse ido à América ou ao Canadá, percebia isso. No entanto, ninguém constastou essa evidência e pouco tempo depois adquiram os pacotes da TV Cabo por satélite e penduraram a parabólica de 70 contos na chaminé.

Esse foi apenas um episódio demonstrativo da falta de informação das nossas gentes.
O problema é que essa caracterísita continua hoje em dia, embora menos evidenciada.
Consequência disso é continuarmos a tomar decisões erradas porque não nos iformamos. Esses erros pagam-se caro...

Outro exemplo... a forma como se realizou o financiamento do centro multiusos.
Claramente não correu bem e estamos a pagar caro por isso.
Os nossos avós e pais não têm um local para passarem os seus tempos livres com actividades lúdicas, sociais e culturais. Não podemos fazer um exposição, organizar um debate, uma palestra, fazer uma festa, teatro cinema, receber cuidados básicos de saúde, ter uma cresce, etc, etc, etc.

Erros que se pagam caro.

Já vi que o sr. Vale dedica muito do seu tempo disponível à fotografia e ao mesmo tempo parece ser sensível às muitas asneiras que se fazem nesta ilha.
Por isso lhe peço que quando fôr este fim de semana ao Porto Formoso (de certeza irá ter um almocinho de borla em casa dos seus sogros nesta época festiva)tire algumas fotografias das desgraças que por aqui andam e as remeta ao Regedor.
A sua colaboração iria permitir avivar mais uma vez a memória de muitas autoridades e organismos estatais que parecem andar um bocado distraídos com os copos e os feriados deste Natal
Atrevo-me a indicar-lhe as seguintes desgraças:
- O que resta de um moinho a àgua na Ribeira Seca
- O quintal da casa poroquial
- o obra eterna do ponposamente chamado salão multiusos
- o que resta do castelo que está no porto dos barcos
- o estado da ribeira e do terreno adjacente à loja do Jorge que parece que nunca mais abre e
- o lixo depositado junto ao campo de jogos.
Vá lá faça-me esta vontade e colabore com o nosso Regedor.

O jornal Açoriano Oriental tem na sua edição de hoje, na página 7, uma notícia muito importante sobre a Casa do Povo do Porto Formoso.

Peço ao bloger Cavalete que transcreva aquela notícia aqui neste blog. É que não tenho acesso a este jornal pela internet.

Ora aqui esta a noticia do AO.

"Cocurso impugnado atrasa obra por ano e meio
30-12-2006
por pAula gouveia


O concurso para recuperação do edifício-sede da Casa do Povo foi lançado em Agosto de 2005, mas erros processuais acabaram por ditar que fosse impugnado.

O edifício continua, desde então, ao abandono, à espera que seja lançado novo concurso. E, apesar de oficialmente os serviços da Casa do Povo estarem instalados no Centro Social e Paroquial da freguesia, a verdade é que a instituição persiste sem actividade. “Por falta de espaço já não temos nada”, diz Laudalino Moniz Rodrigues, presidente da direcção da Casa do Povo. “Apenas o Grupo Folclórico continua ligado à Casa do Povo”, refere.

“Lançámos um primeiro concurso, em Agosto de 2005, mas foi impugnado por uma empresa”, conta o responsável. Sem adiantar muito mais, explica que “a impugnação deveu-se a uma irregularidade no processo do concurso”.

A direcção da Casa do Povo decidiu então recorrer aos serviços de um advogado. Mas o atraso provocado pela impugnação vai já em um ano e meio.

“Pensámos que seria possível lançar o segundo concurso mais cedo, mas acaba sempre por haver obstáculos que são sobretudo burocráticos e que fogem ao nosso alcance”, justifica o responsável. “Os próprios custos do projecto tiveram de ser reavaliados”, explica.

Além disso, sublinha Laudalino Rodrigues, “dependemos muito da colaboração voluntária das pessoas”. E, também por essa razão, o processo demorou mais.

De qualquer forma, a direcção conta poder lançar a obra a concurso no próximo mês de Fevereiro. A intervenção vai custar cerca de 300 mil euros e já tem financiamento assegurado. De acordo com um protocolo firmado entre a Casa do Povo e a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais e a Secretaria Regional da Habitação e Equipamentos, os dois departamentos do Executivo Regional vão partilhar os custos.

O edifício de traça antiga está em muito mau estado. “Está cheio de fendas”, diz o presidente da direcção. A obra servirá para recuperar o edifício.

Quanto às actividades futuras - depois de concluídas as obras - ainda não há muitas ideias. Laudalino Rodrigues explica, no entanto, que quando o projecto de recuperação foi elaborado, a intenção era criar condições para o funcionamento de um Centro de Dia para Idosos e dinamizar o espaço, através de protocolos com outras entidades.

Mas, diz Laudalino Rodrigues, “ isso já deve ser para outra direcção”. Não está com vontade de permanecer à frente da Casa do Povo, porque, explica, “eu já estou fora do Porto Formoso há dez anos e já me basta ser voluntário na Santa Casa da Misericórdia da Maia” (presidente da direcção)."

Outra noticia sobre o Porto Formoso.

"Secretaria lança a concurso obra de protecção
30-12-2006
por PG

A Secretaria Regional da Habitação e Equipamentos lançou a concurso a construção do troço final dos emissários da Rua de Nossa Senhora do Carmo, no Porto Formoso, com um custo de 165 mil euros. A obra, com duração de 4 meses, envolve a execução de aterro no vale aberto pela erosão e sistema de drenagem das águas ."

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