Há alguns anos atrás, as festas do Espírito Santo e do São João pareciam encaminhar-se para uma morte lenta, pela forma como decorriam. Os arraiais vazios, era o cabo dos trabalhos para arranjar pessoas para formar a procissão, as comissões eram dificilmente formadas e sempre por elementos mais velhos. Parecia que tudo tendia para o final. Hoje, por um fenómeno qualquer que um sociólogo entendido na matéria explicaria melhor que o autor destas linhas, as festas estão cheias, os arraiais também, as comissões aliam a experiência dos mais velhos à irreverência dos mais novos, as procissões são enormes e engalanadas, enfim... a população retomou o gosto pelas festas populares. Mais importante do que a maior intensidade das festas tem sido o florescer de novas idéias: as sopas em todos os impérios, actuações de artistas locais, até declamações de quadras por cavaleiros pudemos assistir!! Digo, porque é isto que penso, que com a excepção da procissão de N. Sra. da Graça, estas festas, na devi…