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V Festival de Folclore de Porto Formoso

Começa a ser tradição nesta altura do ano o Festival de Folclore do Porto Formoso. É um sinal da vitalidade e capacidade organizativa do grupo. Bom festival a todos!


Dia 8 de Agosto de 2009


19h30 – Concentração dos Grupos junto á rotunda pequena do lado poente da Freguesia de Porto Formoso;

20h00 – Desfile Folclórico e Etnográfico até ás futuras instalações do Centro Cultural e Social de Porto Formoso. (junto á Igreja de Nossa Senhora da Graça de Porto Formoso)

21h00 – Início do V Festival de Folclore de Porto Formoso nas futuras instalações do Centro Cultural e Social de Porto Formoso, com a participação dos seguintes Grupos:


1-Grupo Folclórico da Lombinha da Maia
(Irró e Pézinho da Vila)

2-Grupo Folclórico do Livramento
(Balho dos Fenais e Sapateia)

3-Grupo Folclórico “ A Gaivota” da Casa do Povo de Rabo de Peixe (Bela aurora e Balho dos Pescadores)

4-Grupo Folclórico Ilha Verde (Tanchão e Merciana)

5-Grupo Folclórico dos Rosais – São Jorge – Açores (30 minutos de actuação e balhos anunciados pelo Rancho)

6-Rancho Folclórico da Roménia – The Folk Assembly “Salba Prahovei” (30 minutos de actuação e balhos anunciados pelo Rancho)

7-Grupo Folclórico da Casa do Povo de Porto Formoso (Ciranda, Chamarrita e Balho Furado)

24h00 – Encerramento, com entrega de lembranças, seguindo-se convívio e beberete entre todos os Grupos participantes e Entidades convidadas.


ps. em preparação para o próximo post fotoreportagem e apresentação dos símbolos heráldicos!

As levadas são canais de rega mas também podem levar água ás centrais hidroeléctricas ou aos moinhos. Para além de levarem a água a onde se pretende, tem a enorme vantagem de se poder controlar o caudal. Através de comportas pode-se controlar a admissão de água, o nível da levada ou desviá-las para o curso de água original.
As ribeiras nos açores, fruto de um regime de chuvas por vezes torrencial, após algumas horas de precipitação intensa galgam rapidamente o leito normal, tomando as características de cheia.

Domingo pela fresquinha lá fui a banhos á praia dos moinhos, lá passei a ciclópica ponte da levada. E quando me dirigia para o “canto dos moinhos” deparei-me com a pontinha de madeira que atravessa a ribeira, sem resguardo e desta vez com as “testas-de-ponte” completamente degradadas.
Do lado nascente um dos tirantes de madeira está assente por um fio no suporte de betão e pedra. Perante esta situação de perigo real, nem um sinal a proibir a passagem. Este Verão ainda serão alguns milhares a fazer a travessia. Uns porque tem crianças, outros porque não querem grandes ondas …. mas nem todos conseguem ficar calados!

Este comentário foi removido pelo autor.

O Grupo Folclórico do Porto Formoso, graças à sua direcção e ao empenho dos seus elementos, está no seu auge.
Excelente apresentação e muito boa execução. Os "cantadores", bem como os tocadores, evidenciam qualidade.
Parabéns e bom festival.

.......Há pouco mais de Meio Século



Viver nos anos cinquenta do século passado no Porto Formoso, oitenta por cento da população adulta era analfabeta, mais de oitenta por cento dos homens era camponês, as mulheres casadas eram domésticas, e ajudavam os maridos no campo, os filhos, feita a escola primária, nem todos a completavam, logo entravam no mercado do trabalho, os rapazes muitos iam trabalhar para o engenho da da fabrica do linho de "espadâna" "tabua" era trabalho sazonal, as raparigas iam para a apanha do chá, e outros com mais alguma sorte ficavam a trabalhar com os pais, viver só de vacas era caso raro, em conjunte havia a agricultura, para que, se pude-se ter algum rendimento no final do ano, estudantes que eu me lembra eram três de famílias que tinham um bom emprego e assim deram estudo aos filhos, provavelmente com ajuda de terceiros, que de outra forma não tinham, chegado a lado algum, outros em que os pais eram proprietarios, um ou dois dos filhos é que tiveram estudo, pescadores provavelmente pouco mais de que, existe, hoje, a freguesia em si pouco se alterou na sua dimensão para alem do novo bairro, ali junto ao cemitério e algumas travessas. Na freguesia existia sete fontenários públicos o primeiro, junto a Courela, segundo em frente à Canada Nova, terceiro ao principio da Canada das Gentes, com um lavadouro em frente da mesma canada, quarto, onde existo a garagem da residência do padre da freguesia, quinto ao fim do Outeiro junto ao Ramal junto com tanques para lavagem de roupa, o único que ainda consta das arcadas, os restantes foram todos lapidados de forma a não deixar marcas dos tempos, o sexto na Ribeira Seca no canto da casa Hoje do Sr.º Luis Pacheco e o sétimo, sétimo a seguir à ponte dos Moinhos e a casa do Srº. Harculano, este de jorro permanente. Aguas canalizadas para residências eram meia dúzia e talvez mal contadas, de algumas famílias na maioria propriétarios. Nas tarefas domésticas muitos dos maridos ajudavam as esposas, logo antes de nascer o sol iam em conjunto, à fonte com os talhões às costas e outro na mão e elas à cabeça a fim de deixar a casa, abastecida de agua e ela poder aquecer, para escaldar o pão. E foi assim que eu me criei nos anos cinquenta e muitos de nós todos. Meu Deus como as coisas mudam.
Bem haja a todos, melhor nível de vida do que aquela que eu e muitos de nós não tiveram.

O Folclore e a Cultura

Folcore -de Folk (povo) e Lare (leitura); "ler o povo", ou a leitura do povo.

Cultura: de Kwel, repetição, fixacão.
Daqui dizermos: cultura do milho, do trigo, da beterraba,da batata, etc...

Mesmo que não se goste, o Folclore identifica-nos e reproduz-nos. Somos nós sob a forma de diversão e de bem-estar.
Neste caso,particular, o Grupo Folclórico do Porto Formoso perpetua a "cultura" do Chá.
É bonito e sabe a verdade.

.........Já lá vai muitos anos




Foi no mês de Agosto, num Domingo de manhã, bateu-se uma grande tragédia à porta de uma família, do Porto Formoso, pais estavam na missa, quando um Dique feito por uma avalanche de terra vinda do Areeiro, São Braz na Ribeira do Coucinho, formou um pequeno lago, que após algumas horas, não suportou a pressão e desabou formou uma forte enchente saltou, fora do leite da Ribeira, veio por ali abaixo, devastou tudo o que se encontrava pelo caminho, arrastando consigo para o mar, duas crianças que se encontravam a dormir em casa. O desabamento tinha -se dado no dia antes, alertados os cântoneiros municipais, deslocaram-se ao local, por ser quase noite, visto não ter chovido, pareceu-lhes não haver perigo iminente, bastou um pequeno orvalho e e por ela vir do mato, foi o suficiente para tal tragédia. Sabe Deus como não terão ficados estes cântoneiros de consciência pesada. Pena eu não saber o ano e data, mas estou certo que na memoria de muitos de nós ainda não se apagou tal tragédia.

"Belíssima Galaria de Fotos"


"""O que hoje se faz em segundos, aqui leva semanas ou meses"""

Parece estarmos no principio de século passado, em que o retratista tirava o retrato, mandava para a América para revelar e só seis meses depois vinha o positivo. Meu bom amigo Regedor ainda não foi à muito tempo, que o primeiro tiro dado no Iraque, cinco segundos depois já os americanos tinham a fotografia na América. Aqui parece que os megabaytes, não vão à velocidade da luz,mas sim de máquina a carvão. Pois o melhor seria, juntares a foto da obra, que ficou em falta, junta com a nossa Bandeira do Porto Formoso.
Haja vontade e a Galaria aparece.

Caro virafoto,

caso para dizer: isto aqui ainda não é a América.

Como o compreendo! A impaciência é que temos em comum.

Cumprimentos

"...mas o automóvel segue e a outra volta brusca da estrada é o mar que se avista entre pinheiros azulados descendo até Santa Iria. Mais alguns quilómetros e o aspecto muda na Ladeira da Velha, trecho da costa recortada e verde ou diluída em névoa, largo panorama de sombras, de tintas atenuadas, de neblinas listadas de verde doirado, indistinto até ao roxo vaporoso, até ao verde escuro lá para a beira da água. Uma série de cabos, de reentrâncias, de pedras se adivinham sob o céu cinzento atravessado de claridades, forrado de névoas através das quais se sente latejar o sol. Vê-se o mar liso e roxo com um monte coberto de pinheiros ao lado. Vê-se o prédio de José do Canto em Porto Formoso, onde se pesca a baleia. São Brás: mando parar o automóvel para descobrir terra e céu, como do alto da montanha onde o Diabo tentou Jesus.(...)"

Ilhas Desconhecidas, Raul Brandão.

JARDIM DO CHÁ - PORTO FORMOSO

"...Distribuídos ao longo de estreitos socalcos permitem perspectivas panorâmicas sobre os campos de chá e sobre o mar. Ao longo dos relvados vêem-se arbustos de Camélias, Fetos-arbóreos, Azáleas e outras ornamentais exóticas e várias árvores de grande porte como as Gingko, os Plátanos e as Tílias; pela dimensão e raridade destaca-se a Araucaria columnaris. Um amplo carramanchão é usado em ocasiões festivas para as actuações de grupos de danças folclóricas e outros eventos."

in, Parques e Jardins dos Açores.
Isabel Albergaria

Caro amigo Feitor

Acabo de descobrir no Dicionário Corográfico dos Açores o verso que consta do Hino da Maria da Fonte.

"Este encontro guerreiro e histórico, encontra-se assinado com relevo no Hino da Maria da Fonte, com os seguintes versos:

-Nobre povo açoriano
Que as cadeias já quebraste
Foi na Ladeira da Velha
Que a Liberdade alcançaste.

Para além deste facto, citaremos que existe aqui um balneário de águas minero-medicinais, para onde vão muitas pessoas a banhos, devido às propriedades que possuem as suas águas, que são também em parte engarrafadas para exportação."
Dicionário Corográfico dos Açores,
pag.154

Amigo Sá Couto, como no Sábado não ha Pézinho da Vila, esta é só para ti :).

"Minha sogra é uma raia
mora na Lomba da Maia
mesmo em frente ao meu jardim,
a todos chama canalha
antes a lingua lhe caia
do que ela me chame a mim.

Ponha aqui o seu pézinho,
devagar, devagarinho
neste cantinho famoso.
Não há terra mais bonita,
não ha tenha mais bonita
do que o Porto Formoso."

Vá, ri-te agora!
Bem haja, até Sábado.

Gracinha

Lindo...
Claro que não me estou a referir à sogra da lomba da Maia.
Mas aquela de Água Retorta ficar a Oeste da Ilha????
Ihihih
Obrigado pela dedicatória.

V Festival de Folclore sobe ao palco esta noite



O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Porto Formoso leva a palco, esta noite, mais uma edição do Festival de Folclore da freguesia. Este ano, para além do grupo anfitrião, participam cinco grupos convidados que prometem animar o serão na costa norte da ilha.São eles, o Grupo Folclórico da Nossa Senhora das Dores da Lombinha da Maia, o Grupo Folclórico do Livramento, o Grupo Folclórico “ A Gaivota” da Casa do Povo de Rabo de Peixe, o Grupo Folclórico Ilha Verde e o Rancho Folclórico da Roménia – The Folk Assembly “Salba Prahovei”. O desfile Folclórico e Etnográfico até ás futuras instalações do Centro Cultural e Social acontece pelas 20 horas, estando previsto o início do festival para as 21 horas.||

Açoriano Oriental LC

“Açores Natureza Viva” tem sido nestes últimos anos a imagem que se pretende transmitir, destas maravilhosas ilhas. O ambiente a paisagem o bem receber os turistas, passou a ser uma preocupação colectiva.
O reconhecimento dos Açores como destino turístico privilegiado, tem surgido nas principais revistas internacionais da especialidade. A classificação da UNESCO das ilhas de Flores, Corvo e Graciosa como Reserva da Biosfera e da cidade de Angra do Heroísmo e Paisagem da Vinha do Pico como Património da Humanidade, atestam estas potencialidades.
Contudo os partidos políticos, alheios a questões paisagísticas, continuam a colocar nas nossas estradas enormes painéis de propaganda, “outdoors”. Poderíamos falar de segurança rodoviária, pois os segundos que os condutores olham para eles … não estão concentrados na estrada. Mas a questão estética e paisagística deveria ser, por si só, suficientemente forte para que estes meios publicitários fossem abandonados.
Nos anos setenta era comum fazer-se o apelo ao voto, com letras garrafais pintadas em muros e edifícios. Hoje em dia isto seria considerado uma atitude condenável e terceiro mundista.
Oxalá não tenhamos que esperar muito tempo para que estes painéis gigantes façam parte do passado ….

Candidatos do PSD

CÂMARA MUNICIPAL
http://www.mudancaaserio.com/?page_id=159

FREGUESIAS
http://www.mudancaaserio.com/?page_id=111

Muito provavelmente se Fernão Lopes um dos cronista que marcou o passado histórico de Portugal, tivesse a oportunidade de assistir ao V Festival de Folclore do Porto Formoso encontraria matéria para fundamentar a sua razão.

No cenário o Fontenário destacava-se! Fonte de comunicação! As moças foram á fonte partiram o talhão! A água “jorrou” e logo proporcionou troca de informação.

O imenso publico que teve a oportunidade de assistir a este festival, matou a sua sede! Com as excelentes “ interpretações” dos grupos participantes!

A noite surgiu por acaso. Calma, serena, trazendo consigo a luz suficiente para “iluminar” todo o espaço envolvente ao festival!

Com um forte abraço.

Tocou o búzio, juntou-se povo como nunca antes acontecera, para assistir ao “V Festival de Folclore do Porto Formoso”. Uma noite de Verão com cheirinho a malassadas e um público entusiasmado com a musica e o colorido do Folclore.
Todos os grupos presentes, de bom nível artístico, receberam como lembrança do Festival, uma bilha de barro. Destaque para o Rancho Folclorico da Roménia pelo exotismo dos trajes, acompanhamento musical e ritmo esfusiante. Sem podermos esquecer o final apoteótico, protagonizado pelo Grupo Folclórico do Porto Formoso.
A decoração do palco foi complementada com um fontanário, a que deram vida jovens figurantes. Com profissionalismo e simpatia Graça Moniz, apresentou o Festival, tendo lidos alguns textos fruto da pesquisa oral e bibliográfica (Trajes do Folclore Micaelense) do Grupo:

“Tocar o Búzio
O nome desta freguesia deve-se à sua baía, que os descobridores baptizaram de Porto Formoso, este porto, ainda hoje é utilizado para a pesca artesanal, a que se dedica uma pequena parte da população.
Outrora, quando os pescadores, na arte das redes, apanhavam grande abundância de sardinha, ao chegar ao porto, chamavam o povo, tocando o búzio, sinal de que havia muito peixe para vender. Levando as gentes da terra para junto dos barcos para se abastecer.
O som do Búzio era sinónimo de fartura e de ajuntamento.
Reavivando esta memória, o Grupo Folclórico da Casa do Povo do Porto Formoso, quis abrilhantar este V Festival de Folclore com o Tocar do Búzio.”

“Bilha
A bilha de barro, com asa, servia para matar a sede durante os trabalhos do campo e na colheita do chá.
Na azáfama da colheita sob o sol intenso do verão e o cansaço dos movimentos repetitivos da apanha, as apanhadeiras erguiam a voz “ venha água “ apressado, por entre os camalhões de chá, lá vinha o rapaz da água. Estas pequenas pausas no trabalho davam alento e refrescavam a garganta das apanhadeiras, para as cantorias que alegravam o trabalho.

Fontes
Quem não conhece o cântico das fontes, que tem inspirado poetas e artistas?

Água que corres tão pura,
De manhã pela fresquinha,
Mata a sede com doçura
A quem na estrada caminha.


Melhor do que ninguém, conheciam-no as raparigas da aldeia que, fosse no rigor do inverno ou sob o sol ardente no verão, iam encher a talha de água fresca, levando-a depois para casa de uma maneira tão graciosa, apoiada no quadril ou à cabeça, em perfeito equilíbrio. Por isso, é que, junto à fonte, se encontravam muitas vezes pares de namorados: ela por que ia buscar a água, ele por que sabia ir encontrar ali aquela que à muito trazia no pensamento. E assim começava um amor, que quase sempre acabava em casamento.
Se as sete fontes do Porto Formoso falassem, muito teriam para contar…”

As Sete Fontes do Porto Formoso

Começa logo pelo facto de Sete ser um número místico.
Os Sete pecados mortais, os sete sacramentos, as sete partidas do mundo, o caminho dos sete cantos e as sete maravilhas do mundo. Com sete meses se nasce, com sete anos se vai para a escola, com sete vezes dois somos adolescentes e com sete vezes três adultos somos.
Sete são os dias da semana, os planetas eram sete e sete são as notas musicais. Deve-se perdoar setenta vezes sete vezes. Tudo isto, incluindo as fontes do Porto Formoso, quer significar infinito.
As sete fontes do Porto Formoso, a quem nelas bebe, fazem descobrir a felicidade do Conhecimento: fonte que nunca seca.
Só por maldade escondemos as fontes desta informação.
O Amor bebe na fonte que nunca seca, e quanto mais se bebe, mais parece que sede se tem.
A fonte da verdade é só uma, mas a do erro multiplica-se por sete.
Caro amigo Pacheco:
“Quem recusa a fonte não recusa a sede”

- - Dois Postos -

Este blogs está a ficar muito bom, até diria mesmo, porque não se põe dois postos ao mesmo tempo um para politica e outro para temas de cultura geral, visto estarmos perto de eleições, espero haver grande "fér-pley", e isto, por haver bons, "políticos" e assim ficava uma "arena" disponível só para o combate, e para quem gosta de tal assunto. Assim já não havia, como de vez enquanto apare-se, alguém a dizer? que tem isto a ver com o tema em causa!
Haja boa vontade. E o Posto aparece.

Ice tea caseiro

Olá cá volte eu, Rosalina, desta vez com um ice tea caseiro, ideia muito boa, para estes dias de calor, e se pode poupar algum dinheiro, muito bom para quem gosta.
Fazer um chá de pacote do sabor que se quiser, (este é de maçã e canela), mas o de frutos vermelhos ainda fica melhor.
despejar num jarro e acabar de encher com agua fria. Misturar 4 colheres de sopa bem cheias, de açúcar, juntar rodelas de limão e umas folhas de hortelã, sirva bem frio.
Adeus até à próxima, que há mais.
Beij. da Rosalina.

Amigo, senhor Regedor

Considero muito sensata a proposta do "nosso" Silva. Um “post” de tema geral e outro sobre a actualidade política.
É verdade que só achamos que as pessoas de bom-senso são aquelas que concordam connosco, ou que são da nossa opinião.

Mas, já agora (há sempre um já agora: por vezes é o doutor Jaques, isto é, já que estou aqui, já que falaste nisso, já que, já que -Jaques) também deveria ser aberto um “post” sobre o tema da “nossa querida” Rosalina.

Assim todos ficaríamos a ganhar, excepto o senhor Regedor que ficará com mais trabalho.
Mas diz o ditado:
”Quem corre por gosto não cansa”.

-----------------Um bom blogs---------------



É aquele que nós, entramos e logo damos por ele, e ficamos com a sensação, de sermos bem recebidos, visto concordamos, com aquilo que outros ali deixaram de bem e de mal, depois ficamos com aquela sensação de crer lá voltar e ver o que tem de novo. E assim é que cresce o valor de um blogs.


.........Já lá vai alguns anos uns amigos meus falaram na Casa da Mosca, só vendo o titulo dá para afugentar, qualquer ser vivo. Isto de "mosca"!, a quem teve no comum dos mortais tal ideia, com alguma força de vontade, lá fui eu, e é claro, estava dentro dos parâmetros, que eu tinha calculado, era um fédy-very, "rasca" embora não fosem no mesmo, que eu sabia, que eram pessoas cultas, mesmo ainda assim, fez-me ficar pasmado, como era que tais senhores se sentiam no meio daquela confusão, toda, embora nunca os vi-se contrapor algo, que não lhes disse-se respeito, fiz o caso por esquecido, não era algo que eu tive-se disposto a perder tempo.
.......Um dia o telefone toca, "sim estou! alô aqui é o Djó, Canada, então o que se passa, olha na internete, (da mosca) está lá um comente que eu não sei ler Português bem, tio quero expelikeixa, aquilo pra mim! o que é que tem lá que tu queiras saber? sim é do pardal no telha! mas que raio que este pardal no telha tem, que ele não consegue ler, lá fui no internete, e fui ver, pois Djó, aquilo não é linguagem de blogs, mas sim de chat! sim mas eu não perceber chat? sim aquilo não é português é como quem fala por gestos, hô ainda bem que nô português, eu estou com grande force, de aprender português, e a prima, José disse, muito bom para aprender português, "casa da mosca" do terra, de mim mãe, ela gostar de ver fotos de lá, alguns eu ler bem, para ela, e outros não saber. Foi aqui que eu vi a grande dimensão que já esta "mosca" tinha zunbído para os lados da Bristy-Clumbya, Canada com as fófoqui-ses de alguns e que de bons escritores, manejavam escrita de chat. onde atrapalhavam os filhos dos nossos imigrantes, que não conseguiam explicar à família o contudo do "fery-pley" desta Casa. Foi a partir dai que comecei a ter mais um pouco de tempo e ver os bons e ainda poucos contadores de tempos passados e presente.


......Quanto a mais um posto já era tempo do Regedor pensar no assunto. Quanto à "nossa" Rosalina, que nos vai prendado com as suas iguarias, penso que melhor, do que ela, sabe não vai ser preciso um posto, visto ela saber a onde eles serão mais precisas, até porque nos faz falta a meio da leitura algo doce e fresquinho.
Que os Srºs. leitores me perdoam o tempo que os roubei, provavelmente alguns não gostaram, mas a blogosfera, tem destas histórias.

Um abraço a todo o Globo, e que tenham muita vontade de aprender Português.

Caro amigo Sá Couto a fonte estava lá junto ao palco e também estava no comentário:
“… lidos alguns textos fruto da pesquisa oral e bibliográfica (Trajes do Folclore Micaelense)”
Contudo o crédito das “sete fontes” deve-se ao comentário do Bloger Silva, pois penso que até á data nunca ninguém as tinha quantificado, descrito e localizado. Ainda bem que existe a Casa da Mosca, pois aqui ficou registado para memória futura, até aquelas fontes que já secaram, ou, desapareceram para sempre.

A Indústria no Porto Formoso

A dignidade vive do trabalho, daí terem existido muitas indústrias no Porto Formoso.

Havendo um grande leque de matérias-primas, as pessoas do Porto Formoso puseram mãos-à-obra e, criaram um vasto tecido empresarial como:

Construção de barcos-de-boca-aberta, duas “empresas”de redes de cerco, uma fábrica de chá, uma fábrica de desfibração de espadana, duas empresas de engarrafamento de águas minerais, (medicinais e de mesa), um forno de cal, uma fábrica de serragem e aplainamento de madeiras e, nove azenhas.

Nos nossos dias assistimos ao acabar de toda esta actividade laboriosa.
Os tempos são diferentes. Melhorámos a nossa vida, mas perdeu-se um pouco a alegria de viver.

-Um testemunho de uma pessoa de idade do Porto Formoso, em conversa amena na trincheira.

Cultivo do Linho

“Há uns anos passados, nesta freguesia, cultivava-se o linho.
Quase todas as pessoas tinham linho para que pudessem tecer ou mandar tecer as suas toalhas, lençóis, colchões e peças de vestuário.
A vida foi-se modernizando, mas é com pesar que se viu desaparecer a cultura do linho. Esta planta dava-se bem em quase todos os climas. Criava-se em regime anual e atingia a altura de um metro, aproximadamente.
Para haver uma boa produção, era necessário preparar bem a terra. Devia ser cavada, destonoada, e só depois se semeava o linho. Quando estivesse bem nascido, mondava-se para se tirar as ervas que prejudicavam o seu crescimento.
Rebolava-se no meio do linho para que ele quebrasse um pouco e viesse com mais força.
No dia 3 de Maio era costume os rapazes e as raparigas irem ao campo de linho, em grupos, com ramos de flores. Com estes ramos faziam cruzes com canas que se afincavam entre o linho. Era para o linho crescer até à altura das cruzes.
Quando o linho estava maduro, apanhava-se e punha-se encruzado em cima um do outro. Depois ia ao ripanço para retirar a baganha e punha-se a secar.
Quando seco do sol ia ao forno, em calor brando, para abrir. Era tirado e batido com um maço de madeira em cima de uma pedra lisa. Depois era estendido novamente durante dez dias. Acabado este tempo punha-se em manchos para ser gramado e tasquinhado Depois ia ao sedeiro para apurar o melhor linho.
Ia-se capeando e fazendo meadas torcidas, separando a estopa do linho. Quer a estopa, quer o linho eram fiados, sarilhados e lavados. Dobavam-se e ficavam os fios prontos para serem tecidos nos teares, que também vão desaparecendo.”

-Trabalho de pesquisa de um aluno do Porto Formoso

NOTA-CONVITE

As pessoas interessadas poderão assistir a todo este processo, desde a apanha ao tear, no dia 16 de Agosto na centro da Lomba da Maia.
A apanha do linho tem início pelas 15 horas. Estão todos convidados.
Poderão experimentar todo o processo, incluindo a refeição com os sabores típicos da altura.

Obrigado meu amigo, Srº.Sá Couto, pelo convite, pois alguns anos, atrás, alguém falou, que tinham proibido, semear linho por conter toxinas proibidas, ou será outra variedade e não esta que há cá nos Açores, visto à cerca de 40 anos, alguém semeava linho. no Porto Formoso, ali no Rêgo D'Agua. Pois de perto não conheço não sei se é "cereal" ou lá o que é que seja, batatas eu sei que não é.
Um abraço.

caro amigo, Virafoto.
O linho é parecido com a cevada ou a aveia. O linho é feito a partir do caule.
Aqui vai uma pequena explicação:
Chegado que era o mês de Março preparava-se a terra para a sementeira do linho que era semeado por volta do dia 25 de Março, dia da Senhora da Encarnação.

Há um ditado que diz: “No dia da Senhora da Encarnação, o linho ou está no saco ou está no chão”. Quando o linho tinha entre 25 a 30 centímetros era mondado, isto é, retirava-se a erva, a gorga e a cabaça. Enquanto o linho crescia, e chegado o dia da Santa Cruz, fazia-se uma cruz de cana que era colocada no meio do linho. Esta cruz, que algumas pessoas enfeitavam com flores, servia para forçar o linho a chegar até àquela altura.

As flores do linho são muito pequenas e são azuis. No fim de Junho ou princípios de Julho o linho começa a ficar loiro. É, então, a altura da apanha. Convidava-se a família e os amigos para a apanha e para o ripanço. O linho era posto aos manchos, tirando-se-lhe a baganha (semente). Permanecia no terreno a murchar durante oito dias e só depois era recolhido e guardado.

A apanha do linho era motivo para festa rija com um bom manjar e uma boa pinga servida num pote de louça da Vila. A preparação do linho exigia muito trabalho, já que tudo era feito manualmente. Esta cultura está a desaparecer mantendo-se aqui, graças à Junta de Freguesia.

O linho ficava a aguardar pois havia outras culturas cujo trabalho era prioritário, como a colheita do trigo, do tremoço, das favas e do milho. O trabalho do linho só se fazia por alturas do mês de Novembro.

O linho era seco no forno de lenha quando se cozia o pão de milho e era “amassado”.Acabado este serviço a dona do linho oferecia uma refeição, composta por açorda de abóbora e queijo fresco.

Depois de ser amassado, o linho volta a ser estendido na terra para ficar macio. Mais tarde é gramado e tasquinhado. É então que se separa a estopa do linho.

Finalmente é fiado, dobado e trabalhado no tear.

Mas o melhor é aparecer Domingo pela Lomba da Maia.
Abraço

Gostei da explicação. Quase fiquei cansado ao imaginar a trabalheira que o tratamento do linho impõe.

Peço desculpa aos leitores, mas entre outros contratempos, o regedor encontra-se de férias e em trânsito, assim, o post sobre a nossa linda bandeira será hasteado lá para sexta-feira à noite ou sábado de manhã.

Cumprimentos

Meu caro amigo Srº. Sá Couto, faço minhas as palavras, do nosso Regedor. Pois por motivos alheios à minha vontade não posso ir,a esta festa, que muito iria apreciar estes trabalhos de linho.

Espero que ele, Rºr. tenha revigorado as energias, e que tenha bons colaboradores, para este blogs, pois avizinha-se uma campanha dura, e é preciso por este em cima, que bem precisa.
Um abraço amigo.

Domingo vai ser inaugurado na Lombinha da Maia um polidesportivo que custou à Ribeira Grande Mais 140.000 euros. A CMRG prepara-se também para fazer um polidesportivo em S. Brás (já adquiriu o terreno por 35.000 euros). Sabendo nós que o Porto Formoso tem mais jovens do que cada uma dessas duas freguesias, pergunto eu: o que é que essas freguesias têm que o Porto Formoso não tem?

PS: antes de polidesportivos deveriamos ter equipamentos sociais; mas já que há dinheiro para polidesportivos, porque é que não temos um?

Cada qual tem aquilo que merece, isso demonstra o presidente da junta que temos, o povo já sabia do que era que a casa gasta, foi ele quem escolheu.
Um abraço.

Caro amigo Cavalete.

Um pequeno reparo: não é na Lombinha da Maia, que também não é freguesia, mas sim na Lomba da Maia.
Quanto ao facto de não existir no Porto um polidesportivo está na altura certa para o exigir. E é muito simples: é votar nas autárquicas no partido que tenha no seu programa a construção de um polidesportivo.

Caro Prof. Sá Couto,
Penso que é mais importante votar nas pesoas capazes e não naquelas que apresentam melhores programas. Na Ribeira Grande e no Porto Formoso a escolha é bastante fácil.
Quanto ao polidesportivo penso que não vale a pena investir nessa área, basta ver o que se passa com o campo de futebol de onze que serve para pastarem cavalos e vitelos.
É mais importante investir em quem merece que são os nossos idosos e no apoio aos cuidados de saúde.

Meus caros amigos Cavalete e aguia, aplaude as vossas posições a cem por cento, quer a juventude, quer os idosos, que em parte são os que mais precisam, ser uma vergonha no no espaço de oito anos nada mesmo nada esta junta, fez por eles. Julgo ser altura, de nós todos de cabeça bem erguida, dizer não! basta de camisolas! isto não é um clube de futebol, temos que ver quem são eles, o programa que tem, o que pretendem fazer, na freguesia e no concelho, e ai sim dar uma vassourada, e arrumar a casa, não olhar a partidos mas sim às pessoas, que constam nestas listas, está na altura de o Porto Formoso, mostrar, que sabe escolher, para que mais tarde, venha a reconhecer que deram o passo certo.
Uma coisa é certa:._Temos médicos, enfermeiros, engenheiros, padres, professores, empresários e grandes responsáveis de grandes empresas, que "diabo" não digam quem não temos gente capaz.
Pois quanto ao campo de futebol de onze, isto de lá pastaram vitelos e cavalos, provavelmente, demonstra desleixo de quem é o responsável e até mesmo, o da parte dos jovens, por desânimo ou até, por não haver apoio, de quem de direito, caso se há pervaricadores, nada mais simples do que chamar a quem de direito e seja em flagrante, claro está as coimas não compensam em nada os prevaricadores, não vejo outra forma mais fácil de resolver este assunto.
Pois espero ter-lhes por cá muitas mais vezes, que isto irá aquecer.
Um abraço.

O Vôo da Águia

"Votar nas pessoas capazes e não nos programas?"

Este tema daria um excelente debate.
Não serão as "pessoas capazes" as que têm o melhor programa de actividades para a freguesia, ou poderão os incapazes gizar um bom programa?
Se não constar do programa que farão os "capazes" que não façam os incapazes?
Logo os "capazes" sem programa tornam-se incapazes.
O melhor será escolher "os melhores", mas sempre com programa definido.
Fazer coisas não significa fazer coisas boas e ninguém sabe aquilo que é capaz de fazer antes de ter tentado.
"Força" e bons vôos

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O Vôo da Águia (2)
"Votar nas pessoas capazes e não nos programas?"
Como se a pessoas capazes não fossem capazes de fazer bons programas...
Podemos é perguntar se as pessoas mais capazes foram incluídas para contribuir para a feitura desses programas... O tempo o dirá!


O Vôo do Ricardo.....
Hoje fui ver a web page que serve de suporte à candidatura de Ricardo Silva à Câmara Municipal e achei que o seu discurso de apresentação da mesma candidatura (perdoem-me os mais "aficionados" de Ricardo Silva) não trouxe nada de novo. O que foi dito já o tinha sido feito à 4 anos...
No entanto, na mesma web page duas situações deixaram-me verdadeiramente preocupado:
1ª - O novo amor de Ricardo Silva pela JS e a sua ideia de criar um ...Conselho Municipal de Juventude, inserido numa politica articulada com as directrizes positivas da Juventude Socialista.... De facto em política a vida dá muitas voltas. Lembro-me bem de Ricardo Silva afirmar que a JS era um grupo de putos que andava à procura de tacho. Por outro lado, esse Conselho Municipal de Juventude já vem de outros tempos, e foi proposto ao candidato do PS por alturas da campanha autárquica há oito anos... Na altura caiu em saco roto....

2ª - Os candidatos, tanto à Assembleia Municipal como à Câmara.
Foi dito pelo candidato do PS que a lógica, tal como há quatro anos, era incluir nessas lista pessoas de todas as freguesias. A minha pergunta é: dos seguintes nomes alguém me sabe dizer se existe alguém do Porto Formoso???? É que eu não vi ninguém....

CÂMARA MUNICIPAL:
» Ricardo José Moniz da Silva
» José António Silva Brum
» Sílvia Pontes Oliveira
» Fernando Moniz Sousa
» Sandra Botelho
» Madalena Aguiar
» Paulo Henrique Rita
» Pedro Sousa
» Lucília Bernardo
» José Eduardo Maciel
» Cidália Costa
» Rui Amaral
» Gabriela Rodrigues
» Artur Ledo
» José Fernando Câmara

ASSEMBLEIA MUNICIPAL:
» Eduardo da Silva Vieira
» José de Sousa Rego
» Catarina Paulo Moniz Furtado
» Fernando Cordeiro
» Carla Saudade
» Francisco Manuel Sousa Botelho
» Luis Manuel Álvares Noronha Botelho
» Judite Fatima Oliveira Cabral Silva
» José Domingo da Ponte Machado
» Luís Lindo
» Susana de Fátima Ledo Cavaco
» Manuel Francisco Aguiar
» Sandra Patrícia Livro
» Hermano Cordeiro
» Carlos Falcão
» Edla Almeida
» Rui Tavares Vieira
» Marco Paulo Medeiros Sousa
» Evelina Conceição Correia Pavão
» Vitor Manuel Frazão Ramos
» João Alberto Ávila Lima
» Maria Leonor Sousa Moniz Couto
» José António de Sousa Lima
» Maria Emanuela Galvão
» Rafaela Seabra Teixeira
» Eduino Duarte Faria Silva
» Maria Helena Soares de Sousa
» Maria de Lurdes A. Vieira dos Santos Silva
» Jorge Gonçalo Barbosa Correia
» Pedro Luis Monteiro da Câmara Pereira
» Mónica Medeiros
» Carlos Alberto Teixeira Gaipo


Por agora fico-me por aqui, na certeza de que mais tarde voltarei à carga sobre o mesmo assunto...

Um bem, haja a todos

P.S. Desta vez o meu comentário não vai com o nick Evaristo propositadamente!

O Ricardo Silva agora é amigo do Francisco César desde que colocou lá a namorada dele num tacho da Câmara, mas nisso também a Câmara do PSD era especialista

adeus

Voo Rasante

Já me tinha parecido que “O Águia” seria capaz (o tal dos capazes) de voar bem alto.
O seu comentário bem o prova, embora quanto mais alto seja o voo menos se vislumbre quem voa.
Mas porquê não querer voar? Não se deve rastejar quando se pode voar e planar bem alto. As listas do P.S. à Câmara e Assembleia de que, aqui, tomei conhecimento, são ambiciosas.
Tanto podem dar para voar como para rastejar.
A ver vamos (já dizia o cego)!

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