Terminologia Agrícola do Porto Formoso
Enquanto esperamos que a Junta de Freguesia inscreva o Porto Formoso no programa ECO-Freguesia (as inscrições terminam dia 12 de Fevereiro) proponho uma leitura de um estudo do Dr. Francisco Carreiro da Costa (1921-1981) publicado no Boletim da Comissão Reguladora dos Cereais do Arquipélago dos Açores (n.º 9) - Terminologia Agrícola Micaelense (1949).
O Boletim da Comissão Reguladora dos Cereais do Arquipélago dos Açores era um órgão destinado à divulgação agrária e de matérias referentes à coordenação económica e à actividade corporativa no âmbito agrícola, da qual me chegou por mão amiga, os termos relativos à agricultura, específicamento utilizados na freguesia de Porto Formoso.
ALAGAR, s. m. O mesmo que lagar. Termo do Porto Formoso
ARROCHO, s. m. Pequeno bocado de madeira, torto ou em forma de V aberto e que serve para torcer a correia do tamoeiro, arrochando a carga à besta. Termo do Porto Formoso
ASSEIO, s. m. Clareira sem arbustos no mato. Corruptela de aceiro. Termo do Porto Formoso.
ATADOR, s. m. Bordão curto de ponteira de ferro que se espeta na terra para servir de suporte às paveias de trigo que os homens depois atarão em molho. Termo do Porto Formoso.
BAJANA, s. f. Nascente de água azeda. No Porto Formoso há a chamada Fonte da Bajana.
BARBA, s. f. Acto de cortar, a sacho, a erva em volta do milho, «fazer a barba ao milho», dizer-se no P. Formoso - freguesia onde a expressão abarbar se aplica a todas as sachas menos à primeira.
CACHAÇO, s. m. Varrasco. Termo da Achadinha e do Porto Formoso.
CAMALHÃO, s. m. No porto Formoso é o sulco feito na terra para efeitos de sementeira.
CAMBEIRO, s. m. O mesmo que sarilho. Termo do Porto Formoso.
CAPIADA, s. f. Pequeno pão de milho tendido com a mão molhada, sem o emprego de tigela nem de farinha de tender. Termo do Porto Formoso.
CHIBARRA, s. f. Cabra, antes de dar leite. Termo do Porto Formoso.
CLIPA, s. m. O mesmo que criptoméria. Termo do Porto Formoso.
DICHA, s. f. o mesmo que vala. Do inglês da América “dish”. Termo do Porto Formoso.
ENCOVETAR, v. Fazer com o sacho pequeninas covas. Termo do Porto Formoso.
GIRÃO, s. m. Pau, trave para obra. No porto Formoso é o sobejo de um tronco depois de serrado e tem a secção de um prisma triangular.
INGAÇO, s. m. Cacho de uvas imperfeito. Termo do Porto Formoso.
LUMIEIRA, s. f. Verga interior das portas e janelas, feita geralmente de madeira nas casas pobres. Termo do Porto Formoso.
MASSAME, s. m. Conjunto de folhagem, palhas, milheiros, etc. para estrume. Termo do Porto Formoso.
PALHA MIUDA, s. f. c. A palha do trigo depois de desfeita pela acção dos Trilhos. Termo do Porto Formoso.
PASTANAS, s. m. pl. Elevações laterais do camalhão, segundo asserção do Porto Formoso.
PITARDA, s. f. Diz-se da cabra ou vaca que dá leite pela primeira vez. Termo do Porto Formoso.
TANCHÃO, s. m. Estaca de madeira para suporte de sebes. Termo do Porto Formoso.
TARRABA, s. f. O mesmo que beterraba para forragem. Termo do Porto Formoso
Para mais leituras sobre este tema existe à venda o livro "O Falar Micaelense" que tem umas páginas sobre as espressões típicas e a acentuação do "falar à Porto Formoso".
O Boletim da Comissão Reguladora dos Cereais do Arquipélago dos Açores era um órgão destinado à divulgação agrária e de matérias referentes à coordenação económica e à actividade corporativa no âmbito agrícola, da qual me chegou por mão amiga, os termos relativos à agricultura, específicamento utilizados na freguesia de Porto Formoso.
ALAGAR, s. m. O mesmo que lagar. Termo do Porto Formoso
ARROCHO, s. m. Pequeno bocado de madeira, torto ou em forma de V aberto e que serve para torcer a correia do tamoeiro, arrochando a carga à besta. Termo do Porto Formoso
ASSEIO, s. m. Clareira sem arbustos no mato. Corruptela de aceiro. Termo do Porto Formoso.
ATADOR, s. m. Bordão curto de ponteira de ferro que se espeta na terra para servir de suporte às paveias de trigo que os homens depois atarão em molho. Termo do Porto Formoso.
BAJANA, s. f. Nascente de água azeda. No Porto Formoso há a chamada Fonte da Bajana.
BARBA, s. f. Acto de cortar, a sacho, a erva em volta do milho, «fazer a barba ao milho», dizer-se no P. Formoso - freguesia onde a expressão abarbar se aplica a todas as sachas menos à primeira.
CACHAÇO, s. m. Varrasco. Termo da Achadinha e do Porto Formoso.
CAMALHÃO, s. m. No porto Formoso é o sulco feito na terra para efeitos de sementeira.
CAMBEIRO, s. m. O mesmo que sarilho. Termo do Porto Formoso.
CAPIADA, s. f. Pequeno pão de milho tendido com a mão molhada, sem o emprego de tigela nem de farinha de tender. Termo do Porto Formoso.
CHIBARRA, s. f. Cabra, antes de dar leite. Termo do Porto Formoso.
CLIPA, s. m. O mesmo que criptoméria. Termo do Porto Formoso.
DICHA, s. f. o mesmo que vala. Do inglês da América “dish”. Termo do Porto Formoso.
ENCOVETAR, v. Fazer com o sacho pequeninas covas. Termo do Porto Formoso.
GIRÃO, s. m. Pau, trave para obra. No porto Formoso é o sobejo de um tronco depois de serrado e tem a secção de um prisma triangular.
INGAÇO, s. m. Cacho de uvas imperfeito. Termo do Porto Formoso.
LUMIEIRA, s. f. Verga interior das portas e janelas, feita geralmente de madeira nas casas pobres. Termo do Porto Formoso.
MASSAME, s. m. Conjunto de folhagem, palhas, milheiros, etc. para estrume. Termo do Porto Formoso.
PALHA MIUDA, s. f. c. A palha do trigo depois de desfeita pela acção dos Trilhos. Termo do Porto Formoso.
PASTANAS, s. m. pl. Elevações laterais do camalhão, segundo asserção do Porto Formoso.
PITARDA, s. f. Diz-se da cabra ou vaca que dá leite pela primeira vez. Termo do Porto Formoso.
TANCHÃO, s. m. Estaca de madeira para suporte de sebes. Termo do Porto Formoso.
TARRABA, s. f. O mesmo que beterraba para forragem. Termo do Porto Formoso
Para mais leituras sobre este tema existe à venda o livro "O Falar Micaelense" que tem umas páginas sobre as espressões típicas e a acentuação do "falar à Porto Formoso".

Comentários
O Porto Formoso foi das primeiras freguesias do concelho da Ribeira Grande a inscrever-se neste programa.
É pena é a empresa RIBEIRA GRANDE MAIS ainda não ter limpo os balneários da Praia dos Moinhos apesar de já terem sido informados por quem de direito.
Vai ai uma açorda...
Filipe Tavares 914646459
ventoencanado@yahoo.co.uk
O Rancho sairá no dia 6 de Março com entrada a 14 de manhã.
AO contrário do passado o Rancho actual é constituído, na sua maioria, por gente nova. Uma atitude que merece alguma reflexão..
Até hoje tinham aderido 20 freguesias da ilha de São Miguel, há eco-freguesa limpa, conforme noticia hoje publicada no Açoriano Oriental. Será que a nossa freguesia também já aderiu ?.... Ou nem fazem reparo?..... Provavelmente estão-se nas tintas para inventos desta natureza?.....O tempo dirá.
Grande convencido a falar de coisas que não sabe o que dizes agora depois do blogger raposo ter escrito estás calado deves ser um grande palerma.
Caro "cantoneiro" não se escreve, nem se diz, "inventos", mas sim "eventos"!
Só o afirmo porque não é a primeira vez e no teclado estas teclas não estão próximas!!!
São todos bem-vindos, com ou sem erros e com ou sem teclados portugueses.
Sei, de fonte oficial (Governo) que estão cerca de 70 freguesias inscritas, mas não me dizem os nomes. Sergredos para quê?
Isto anda muito com muitos cambeiros (ver dicionário).
Cumprimentos
Caro Cantoneiro 2 lamento perfeitamente o reparo que fizeste a meu respeito. Não sei de onde vem tamanha Ira, provavelmente passaste- te com todo este lixo e lá foste acordar dentro do eco-o-ponte!.... Sorte a tua!...Pois se vires bem, não fiz nenhuma afirmação, isto por levar o respectivo"?..." quanto ao "Invento ou evento" além de ser um abuso, é também um crime, fazer plágio, como fizeste com o teste em si, logo por aqui se vê o que vales. Pois eu não me considero palerma, mas sim por todas as frases, que aqui deixaste , demonstra bem o quanto "PALERMA ÉS TU" em não saberes, quanto vale uma interrogação!... E com a cobardia "COBARDE" de fazeres "PLÁGIO" com um testo que não é teu que só por si é crime.
Varre-me esta Porta.
OB: não é meu hábito ter um comportamento assim, mas visto por ser emporcalhado, por alguém que eu não conheço, que só se emporcalhou a si mesmo. Tenho dito!.....
É essencial que estas criticas sirvam também para reforçar o respeito mútuo e estreitar o contacto entre todos, de modo a que o resultado não seja apenas superficial, mas de uma compreensão profunda e intelectual.
Cenas desagradáveis de violência, verbal ou oral, conduzem a efeitos nocivos e atitudes extremas que acabam por destruir tudo aquilo que nos une.
A CASA DA MOSCA deve ser um lugar onde todos se devam sentir bem e não um local onde votimamos as nossas frustrações.
Vamos todos conter melhor as nossas emoções de modo a contribuirmos para um Porto Formoso com futuro.
Não sei, quem provocou quem?...Nem quais os motivos actuais ou já distantes, "aguas passadas já não fazem mover moinhos" para que chegaram ao ponte onde isto chegou. Uma coisa estou certo, o "cantoneiro" provocou de forma deselegante, e provavelmente foi retribuído de igual modo "Olho por olho dente por dente"foi aquilo que ele mereceu ou não?. Foi assim que o "Silva entendeu", que havemos de fazer.
Também aqui deve esclarecer de alguns de nós cometemos "gáfes" algumas por defeito, outras por não saber? se formes a ver poucos, os aqui tem formação, de alto nível, isto deve ser levado em consideração . Espero que em próximos postos, já os ânimos estejam sarados. Mostrará que esta "Casa da Mosca" é um lugar de paz e não de guerra. Para bem da nossa freguesia."Ora mal, esteja o Diabo no Inferno".
Haja bom senso.
“ Continuam as aprazíveis lidas das colheitas … Concluem-se neste mês (de Agosto) as debulhas. Fazem-se elas ordinariamente por meio de “trilhos” e desde tempo imemorial que não tem havido alteração no sistema. Há poucos anos trabalha no lugar da Maia e Porto Formoso uma máquina de debulhar importada da Inglaterra, cujos resultados convencem a quantos a vêem operar: é movida por quatro bois e sorve quanto trigo os ceifões podem cortar. …”
O Agricultor Michaelense (n.7, Julho de 1848)
Este espaço ficou mais pobre quando o Sá Couto “bateu com a porta” e ficaríamos muito tristes sem o Bloger Silva.
Pior será, se um dia o Regedor ficar farto destas tempestades e nos mandar pregar para outras terras.
Por simpatia com o Silva aqui vai um pequeno esclarecimento relativo ao termo cachaço.
Varrasco segundo a Enciclopédia luso Brasileira significa porco que não foi castrado
Logo varrasco é sinónimo correcto do termo cachaço empregue no Porto Formoso (Terminologia Agrícola).
Agora pensando com os meus botões, no Porto Formoso, cachaço em termos sociológicos aplicava-se a um indivíduo (no activo). Que fugindo a compromissos (casamento) era um sério candidato a solteirão.
Daí a expressão “vai ficar para cachaço”.
Em termos anatomia humana o termo cachaço também poderia significar pescoço grosso. Por isso dizia-se “vais levar no cachaço”.
Com tudo isso, mais o friozinho deste fim de tarde, apetecia uma “Cachaça” que não é a mulher do cachaço nem sequer aguardente da boa.
Hoje, aqui no Porto Formoso, por volta das 16H00,andaram por cá 4 "Paparázyos", munidos de grandes objectivas, claro vai-se lá saber o que estavam a registar. Mais à frente na Ribeira Seca, volto a encontrar estes percorrendo a Ribeira, a fazerem o registo, provavelmente do lixo, algum foi trazido pela agua que por lá tem corrido e outro, derivado do mau cuidado de quem fez a limpeza, que por ali se tem feito, o que à poucos dias atrás alguém roçou, e não vi outro sítio, senão a berma da ribeira onde permaneceu até à dias a esta parte. Sendo posteriormente, tirado e lançado ao caminho pedonal, onde ainda se encontra. Pergunto eu, será que estes "Paparzyos" vieram confirmar os lugares das fotos aqui expostas neste Blog,?.. Pelos vistos naquela área para além da ribeira, fizeram registo das barrocas do mar que proliferam com algum lixo de certo porto doméstico.
Desde o frio que tem feito e ao calor dentro deste blog, não é nada que os leitores não possam suportar, como alguém já reportou e voltou de novo há chancela, pelo Bloguista JAGPacheco ser um Blog utilitário, onde estou de acordo em, que tem servido para muitos de nós se aventurarem, com pequenas peripécias, com algum valor, e que de vez em quando, por alguns autoritários ou não, que em nada contribui, para o bom nome deste Blog "Casa da Mosca". "Isto deve-se às tais pastilhas, que tem estado em falta pelo nosso Regedor! Háháaaaaa falta a receita, ou não é preciso"?..
Aqui de bom, e de mau temos de de-gerir. Mal se este blog, não tivesse estômago para tal tudo acabará em bem ó isto não é a Casa da Mosca?
foi entregue ao BANIF
vai ser vendido através do proprio BANIF para pagar as dividas
BEM HAJA!!
Soube á dias que estão a pensar em comprar uma carrinha para a junta de freguezia para apoiar o desporto!?! e a cultura!!!? ou a educação talvez !!! mas se tal se concretizar é preciso não esqueçer que este carro para tais apoios foi prometido no manifesto da lista candidata do P.S.D , sendo assim parece que ou as ideias eram boas ou alguem está a trabalhar nas assembleias ou até mesmo ainda alguem se enganou no manifesto das promessas .
Aguardo respostas e ideias e tb gostava que fosse publicado neste blog este assunto , penso q seria interessante srº Regedor!!!
como sabe raramente concordo consigo. Nada tenho contra si, apenas não concordo com a maioria das suas ideias. Porém, desta vez concordo com o seu primeiro comentário e quanto o segundo comentário quero dizer o seguinte: as eleições autárquicas conferem mandatos de 4 anos. No final faz-se o balanço.
Quanto às ideias do PSD, as coisas não são preto e branco, isto é, nenhum partido tem o dom de ter as ideias boas e todos os outros partidos as ideias más. Todos têm ideias boas.
Cabe ao partido no poder, neste caso o PS, avaliar as ideias do PSD em sede de assembleia de freguesia e depois, se forem mais valias, apoiar essas ideias.
Se que o actual presidente, em tempos, não concordava com a aquisao de uma viatura. Contudo, so os burros não mudam de ideias. Como a casa do povo está defunta (a esta altura deve estar em final de decomposição) a junta terá de assumir responsabilades que na fregusia normal seriam de uma casa do povo.
Venha então a carrinha!
E quanto ao blogger Silva e outros que sabem mais da história do porto formoso do que eu, concordo com o jagpacheco, tanto que já foram úteis para nós sabermos mais sobre a nossa terra.
para os mais puristas da língua portuguesa, desculpem algum erro, pois estou a escrever no telemóvel e aind não estou a par do novo acordo ortográfico.
Cumprimentos
A Assembleia de Freguesia reuniu ontem à noite, com todos os seus membros presentes, tendo aprovado por unanimidade a aquisição de uma viatura pick up de cinco lugares destinada, única e simplesmente, à recolha de lixo na freguesia, manutenção do bom estado das ribeiras e dar cumprimento ao projecto da eco-freguesia.
Uma Delegação da Secretaria Regional do Ambiente esteve ontem no Porto Formoso a verificar o estado das suas sete ribeiras. Estavam todas limpas, mercê do protocolo assinado entre aquela Secretaria e a Junta de Freguesia para a respectiva limpeza.
Tivemos um fim de semana com muita chuva e a Delegação da Protecção Civil do Porto Formoso este de Sábado para Domingo de prevenção.
Ainda este mês vão ser ouvidas as várias entidades envolvidas na segunda fase do projecto da Ribeira do Lugar. Vamos a ver se as obras se iniciam antes do Verão.
Este desabamento colocou à vista a construção das instalações subterrâneas construidas naquele lugar durante a Segunda Gerra Mundial.
Site permite denunciar lixeiras na Net
14.02.2010
Maria José Santana, jornal Público
É uma maneira eficiente de reportar a existência de lixeiras em território nacional. Acedendo a uma página de Internet, qualquer cidadão pode, agora, referenciar a localização exacta de um depósito de resíduos.
A plataforma, desenvolvida por dois investigadores da Universidade de Aveiro (UA), integra o projecto Limpar Portugal, mas pode vir a ser aproveitada por vários municípios nacionais. A aposta passa por ultrapassar a burocracia que os cidadãos têm que enfrentar, habitualmente, para relatar problemas detectados no meio que os rodeia.
O projecto, desenvolvido por dois alunos do Departamento de Engenharia Electrónica e Telecomunicações e de Novas Tecnologias da Comunicação da UA, está acessível através do endereço www.3rdBlock.net e já tem referenciadas cerca de cinco mil lixeiras. Todas elas "reportadas por cidadãos", adianta ao PÚBLICO João Paulo Barraca, o investigador que, juntamente com Cláudio Teixeira, desenvolveu a plataforma online. E o número não se deve ficar por aqui, uma vez que a divulgação da plataforma ainda não conta com muito tempo.
Para já, a plataforma está adaptada ao projecto Limpar Portugal, assumindo-se como um verdadeiro "observatório ambiental online, feito pela comunidade e para a comunidade". Contudo, diz João Paulo Barraca, no futuro "a sua abrangência pode vir a ser alargada a outros fins". Aliás, o projecto nasceu, precisamente, como uma plataforma de aproximação entre "munícipe e municípios".
"A ideia nasceu em 2008, com uma candidatura ao Imagine Cup, da Microsoft, e previa que os munícipes reportassem ao seu município todos os problemas que detectassem, desde buracos na estrada a questões relacionadas com resíduos", relata o investigador da UA. Segundo avança ainda João Paulo Barraca, esse objectivo inicial ainda não foi colocado de parte, em virtude de "alguns municípios terem vindo a mostrar interesse nesta plataforma". Através desta aplicação, "qualquer cidadão poderá deixar a sua referência, evitando as burocracias habituais", destaca ainda o investigador da UA.
Colocam-se então algumas questões
- a Câmara Municipal está dispensada de fazer a recolha de lixo doméstico 2 vezes por semana?
- o número verde para recolha de monstros vai ser desviado para a junta?
- os Serviços de Ambiente vão deixar de fiscalizar as nossas ribeiras?
- quantos funcionários da Junta incluindo o condutor vão ficar adstritos á limpeza?
“Uma Delegação da Secretaria Regional do Ambiente esteve ontem no Porto Formoso a verificar o estado das suas sete ribeiras. Estavam todas limpas, mercê do protocolo assinado entre aquela Secretaria e a Junta de Freguesia para a respectiva limpeza.”
Colocam-se novamente algumas questões
A avaliação da limpeza das Ribeiras(dia 13)foi feita antes ou depois das grandes chuvadas?
A título de exemplo a Ribeira do Lugar durante a chuvada de Sábado (dia 13) depositou na sua foz (porto dos barcos) uma enorme quantidade e variedade de lixos. Os objectos domésticos dos mais variados tamanhos, feitios e utilizações iam sendo vomitados pela boca da manilha e rolando pela areia abaixo.
Até que surgiu uma imagem surrealista, digna de um filme de Fellini, uma inacreditável cadeira de rodas!
essa imagem deve ter sido no mínimo onírica! Uma cadeira de rodas pela ribeira abaixo com saída no magnífico porto de pescas! Lindo! Cinematográfico, sem dúvida!
Sem continuarem as chuvas o Porto de Pesca irá se trans formar num "porto de entulho" porque os dois cais de acostagem não deixam sair o lixo proveniente da Ribeira do Lugar.
Acho muito estranho a carrinha só servir para a limpeza da freguesia. Será que é patrocinada pelo Eco-freguesia?
E porque não se usa a carrinha para apoiar a cultura, o desporto e transportar as crianças para a escola?
Aguardo resposta...
Cumprimentos
O costume de se brincar no periodo do carnaval foi introduzido no Brasil pelos portugueses, provavelmente no século XVI, com o nome de entrudo.
Já na idade média, costumava-se comemorar o período carnavalesco em Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas notava-se a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos".
No Brasil, essa forma de brincar - que consistia de um folguedo alegro mais violento - já pode ser notada em meados do século XVI,persistindo, com com esse nome, até as primeiras décadas do século XX.
A denominação genérica de Entrudo, entretanto, engloba toda uma variedade de brincadeiras dispersas no tempo e no espaço. Aquilo que a maioria das obras descreve como Entrudo, é apenas na forma que essas brincadeiras adquiriram a partir de finais do século XVIII na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo aí, a brincadeira não se resumia a uma única forma. Havia na verdade vários tipos de diversões que se modificavam de acordo com os locais e com os grupos envolvidos.
Transcrito, pelo Silva da "wikipedia" para a Casa da Mosca, com votos de um grande Carnaval a todos os leitores e seus comentadores.
Durante o verão passado na ribeira da Ribeira Grande, mesmo ao lado das Finanças, havia uma cadeira de rodas, que durou várias semanas, que provavelmente foi palco de fotos tiradas por turistas, e só foi limpa quando um certo partido politico, em plena campanha, chamou a atenção, para a vergonha do lixo ali depositado, ali mesmo nas barbas do Município. Gostava de ver este intento, documentado em foto e depositada aqui nesta "Casa da Mosca" e comparar com as fotos que os "paparasyos" vieram registar provavelmente para documentar e fazer prova de que tudo estava bem. "Ou então choveu cadeiras de rodas e outros artefactos" visto a natureza ter falta deles, quem sabe?...
Será surrealismo?.....
Quanto à carrinha acho bem hoje já não se faz nada de pé sim mas de carro.
Quanto ao lixo doméstico, penso eu que há uma empresa, contratada para o efeito, que faz o levantamento do doméstico e dos monstros embora os canais de comunicação e alguns trabalhadores são os mesmos que existiam antes, o que alterou foi os dias de levantar o lixo.
Enfim, evolução dos tempos, faz o progresso do nosso concelho.
1-Compra da carrinha
Ainda este fim de semana viu com os meus próprios olhos o presidente de junta e o secretário com as suas viaturas a fazer limpeza na freguesia é como o blogger virafoto diz e muito bem nesta altura está fora de contexto.
2-Recolha de lixo doméstico
A Câmara Municipal faz a recolha através de uma empresa particular ás segundas e sextas feiras.
3-Recolha de montros (sucata)
A Câmara Municipal tem um serviço totalmente gratuito basta só ligar para a Câmara Municipal e a mesma vem fazer a sua recolha.
4-Fiscalização de ribeiras
O Ambiente tem todo o ano várias brigadas para o efeito que se chamam Vigilantes da Natureza.
5- Lixo no porto de pescas
Á muitos anos atrás quando havia fortes chuvadas as pontes entupiam e o porto de pescas ficava cheio de madeira e outros residuos, agora realmente se aparece alguns residuos sólidos o mesmo deve-se da mentalidade de algumas pessoas que teimam em levar lixo (sucata) para as ribeiras onde era mais prático e rápido ligar para a Câmara municipal e a mesma vem buscar à sua moradia a custo zero para não falar de pessoas que fazem limpeza ás suas propriedades e despeijam tudo para as linhas de água.
6-Carrinha para o Desporto
Tenho conhecimento que neste momento está sendo reactivado uma equipa de futsal por algumas pessoas e com o apoio da junta de freguesia tendo a mesma apoiado para o efeito a compra de equipamento pagamento de inscrições no INATEL bem como a manutenção e conservação do campo de futsal, tenho ainda conhecimento que a Casa do Povo vai comprar uma carrinha de nove lugares para apoiar o desporto já que a sua participação nos eventos culturais é zero.
7-Carrinha para a Cultura
A Câmara Municipal da Ribeira Grande sempre que o Grupo Folclorico da Casa do Povo de Porto Formoso pediu um transporte para as suas deslocações a Câmara sempre disponibilizou o seu autocarro de 40 lugares.
8-Carrinha para as crianças Escola
As crianças da escola estão a ser transportadas por carros de praça muito embora tipo sardinhas enlatadas mas isto compete uma fiscalização da coordenadora da escola bem como dos encarregados de educação já que o mesmo transporte é pago pelo governo para ser prestado nas devidas condições de segurança nomeadamente com cadeira nos bancos de trás para crianças mais pequenas e acompanhadas de uma auxiliar de educação até á entrega das crianças nas suas moradias já que a escola é responsável pela sua segurança da escola até á sua residência.
Fontes que forneceram estes elementos:
Casa do Povo de Porto Formoso
Grupo Futsal
Grupo Folclorico da Casa do Povo Porto Formoso
Junta de Freguesia
População em geral
Só um repararo: essa da carrinha que a casa do povo irá adquirir espero para ver.
Cumprimentos
Venha ela então com o brazão da freguesia na porta!
Este senhor tinha uma mercearia e taberna na Ribeira do Lugar. Era ali que se vendiam as máscaras de papelão assim como as bombas de rebentar e de folia.
Quis o destino que hoje esteja a viver em Toronto, mas sempre com a nostalgia do Porto Formoso. A sua casa no Canadá é um autêntico museu de miniaturas feitas em madeira, não fosse ele filho de um distinto carpinteiro e homem dos sete ofícios.
Apesar de viver no Canadá, passava cá muito tempo a contemplar as suas propriedades e a dar uns mergulhos na areia do meio. Um pouco contra a sua vontade, acabou por se desfazer de tudo o que possuia no Porto Formoso, rumando em definitivo para Toronto.
Terá sido em 2006 que o Regedor publicou o Post “coisas boas e coisas más”, chamando a atenção para a problemática do lixo no Porto Formoso. Infelizmente o problema existe, persiste e sabemos que não é só na nossa terra.
Não existem soluções milagrosas e é difícil sobretudo mudar mentalidades. Se acha que a aquisição de uma carrinha resolve o assunto, quem somos nós para discordar…
Fez muito bem em informar as pessoas que o lixo é recolhido duas vezes por semana e que existe um número verde para recolha de monstros.
Mas sinceramente o que para mim foi mais pertinente, terá a chamada de atenção para a segurança no transporte das crianças de e para a escola.
Quanto às suas fontes, referidas como base para escrever o seu comentário, não me leve a mal, mas, tenho de lhe dizer em abono da verdade:
A Instituição “Casa do Povo do Porto Formoso” não tem qualquer credibilidade como instituição, nem como fonte de informação
Deste Setembro que a Escola do Porto Formoso tem, eleito pelos colegas, um “Coordenador” e não uma “Coordenadora”.
“O grupo de Folclore da Casa do Povo do Porto Formoso” deixou de existir desde o dia 22 de Janeiro de 2010.
aprecio a forma como fala da junta de freguesia...
Se acha que a Junta de Freguesia não está a trabalhar bem ou se não trabalha para os interesses da freguesia, aconselhava-o a apresentar uma moção de censura à Junta (pelos vistos está na moda), se tem assento na Assembleia. Se não tem assento proponha a mesma aos seus correlegionários...
Godeluck falou.
Ainda, nos anos 40, do século passado, todas ou quase todas, as famílias, faziam e cozinhavam as suas "mel-assadas" na madrugada do dia do Entrudo. No dia antes, ou muito antes, se preparava a apanha das canas para deitar ao lume e cozer as "mel-assadas", que eram cozinhadas na maior parte das famílias, em banha de porco a ferver, na frigideira pelo que ficavam muito pesadas no estômago. Pois era mais económico, por quase todos terem a sua banha, do porco que já tinham feito a sua matança. O porquê das canas para o lume não sei, qual era a diferença, em relação há outra lenha, o que sei é que gaz, na freguesia, não havia nem sei se alguma família mais abastada o já tivesse, não dou fé de haver distribuidor, visto só nos anos 50 apareceram os primeiros revendedores de gaz e fogões na freguesia. No dia de Entrudo lá pela tarde dentro aparecia um grupo !mascarados de Entrudo", desta freguesia, liderados pela família Végas, e com a presença de muitos outros, percorriam a freguesia, desde os Calços aos Moinhos, com algumas fantasias engraçadas, que perdurou até aos anos 60, perdeu-se no tempo com a guerra no Ultramar. Dai para a frente pouco ou quase nada se fazia, para além de brincadeiras de crianças e que provavelmente ainda hoje, assim continua. Outros tempos novas mentalidades, com outros eventos, mais adequados à juventude de hoje, com o nível de vida a condizer.
Do Silva, com o Entrudo dos anos 40, para a Casa da Mosca.
*HABITAÇÃO
-Construção de 20 novas moradias
-Continuar a apoiar a habitação degradada???
*REDE VIÁRIA,SANEAMENTO BÁSICO E INFRASTUTURAS
-Alargar o Ramal do Porto Formoso
-Construção de novo aqueduto na Ribeira do Lugar e Coucinho.
-Pavimentação da Canada do Mato até á Estrada Regional.
-Contrução de parque de estacionamento junto á Ribeira do Lugar.
-Parcerias junto da Camara para aquisição de terrenos para construção de vários parques de estacionamento na freguesia.
-Pavimentação do restante da rua Amancio Faria e maia (do ferreiro até á estrada regional).
-Pavimentação do caminho das Junqueiras.
-Execução de saniamento Básico ns freguesia em parceria com a Camara.
-Conservar caminhos de "penetração"
-Ampliar Cemitério para facilitar compra de campas.
-Criação de nucleo de Emergência na freguesia.
-Criar acesso "seguro" para a areia do Meio e do Cabo.
... poxa fiquei cansado, vou fazer um xixi!!!
*AMBIENTE, TURISMO, E LAZER
-Reconstrução e electrificação do Forte de nossa srª Da Graça ( castelo)
-Arranque de zona de lazer (junto á lixeira### ops!! campo de FUTSAL)
com contrução de Parque de merendas ,parque infantil e miradouros.
-Consolidação dos muros nos quintais das moradias na Canada das Gentes.
-Construção do Parque de campismo nos moinhos.
-Recuperação das nascentes de águas minerais e criar condições de acesso as mesmas.
-Promover junto da secretaria do Hambiente a limpeza das ribeiras e orla maritima.
-Criação da página de internet da Freguesia.
-Colocação de paineis turisticos de informação na freguesia.
-Manutençaõ e conservação dos jardins , muros e cemitério da freguesia ( menos igreja , porque a nossa pertence a s.bras)
... poxa fiquei com sono ,o resto vou copiar amanhã!! boa noite .
z z z z z z .....
1- Seres uma pessoa idonea
2- Um Partido tem que te convidar
3 -Tens que aceitar ou não
4- E o mais principal é as pessoas se gostam de ti ou não
FORÇA NÃO TENS NADA A PERDER
5- Senão gude bai maria ivone
Dizia o blogger supracitado que o "Grupo de Folclore da Casa do Povo do Porto Formoso" deixou de exitir.
Dito assim não parece uma boa notícia, mas a novidade está nas entrelinhas: presumo que o grupo de folclore passou a ser independente da Casa do Povo, passando a chamar-se simplemente "Grupo de Folclore do Porto Formoso".
Assim, este meritório grupo deixa de estar dependente de uma instituição ilegal para passar facturas/recibos, realizar a sua contabilidade, pedir subsídios, etc, etc.
Parabéns ao Grupo de Folclore do Porto Formoso.
Também eu tenho uma sugestão a fazer ao blogger 007: faça uma lista e marque eleições para a Casa do Povo do Porto Formoso para que passe a existir algo mais na nossa terra. Fazia um grande favor à freguesia.
Cumprimentos
ps. tenho ouvido uns rumores acerca de algumas pessoas estarem a formar uma lista inter-partidária para liderar a Casa do Povo e devolver aquela instituição à vida...
"Ao rico não devas e ao pobre não prometas " Assim diz o velho ditado!!!
»EDUCAÇÃO , CULTURA E DESPORTO
-Apoiar actividades da escola / jardim infãncia ( esta é forte)
-Promover junto da Cãmara a construçao de uma zona coberta para para as crianças da escola
-Criação de uma creche na freguesia( uiii tambem foi forte)
-Apoiar o desporto dentro e fora da freguesia bem como a realização de várias modalidades desportivas.
-Apoiar as festas da freguesia ( sei lá se calhar com 250€ , forte forte)
-Apoiar grupo fóclórico ( pfff), grupo de jovens do Porto Formoso( quem ?)
-Realizar um festival de música na época balnear ( eu tambem quero ir "please")
Enfim querem mais não é ? Pois ,Pois ,quanto mais me bates mais gosto de ti!!! Olha e que venha dai a nossa Pic Up e não se esqueçam de por lá o " nosso BRAZÃO"
estive mesmo para não responder mas não resisti... Tenho mesmo de responder.
Estamos perante a seguinte situação: a posição do blogger 007 é muito cómoda pois, sabe quem é a pessoa que está por detrás do nick Evaristo. Por outro lado, eu não sei quem é a pessoa que se esconde por detrás do nick 007. Logo aqui estou em tremenda desvantagem... Mas não é isso que faz com que não tenha resposta.
Ora bem, que me lembre as minhas intervenções neste blog têm sido sempre no sentido construtivo com a preocupação de não enxovalhar ninguém, coisa que não acontece com o blogger 007, o tal que dispara em todas as direcções.
Que me lembre, também nunca andei a oferecer pastilhas a quem quer que fosse. Nem pastilhas nem outras iguarias...
Também não me pirei, continuo a morar no Porto Formoso e a participar na medida que posso nas diversas instituições da freguesia. Cumpro o meu papel em qualquer situação em que me veja envolvido ao contrário de outros que conheço, que não sabem estar nos sítios e, por pura ignorância e falta de preparação não conseguem estar ao nível das suas responsabilidades.
Para finalizar, todos sabem quem eu sou e a que partido pertenço ao contrário de V. Exa, no que toca à primeira parte... Por isso, digo-lhe que (o que é por demais óbvio) o PS ganhou as eleições com o programa eleitoral que o caro blogger teve a amabilidade de transcrever para aqui, e deste modo tem toda a legitimidade política de governar o Porto Formoso com o seu projecto político (sufragado nas urnas) e não é a vozearia que dá razão ao caro blogger. Por isso, não vale a pena andar a destilar veneno, qual cobra cuspideira...
Acabo com a seguinte frase: Aquila non capit muscas.
Um bem haja a todos.
Quando pedi a sua intervenção aqui no blog foi porque sei que ainda assim da irmandade dos aneis acho q é o unico com mais perfil e ideias para ocupar tal cargo porque de resto ... tá visto!!!
Bem haja para si tambem e acho que não precisa dizer quem sou pense lá um pouco?!?!?
Alguém me pode dizer!
Quando as cidades de Angra do Heroísmo e Ponta Delgada foram dotadas com uma rede de transportes públicos, servidas por ”mini bus”, imediatamente os Angrenses baptizaram as referidas viaturas de “Serginhas”, numa alusão ao presidente do município. Claro, em Ponta Delgada as tais viaturas foram baptizadas afectivamente, por “Bertinhas”.
Certamente o Dr. Sérgio Ávila e a Dr.ª Berta Cabral, dois políticos de grande prestígio e com sentido de humor, não devem ter levado a mal a brincadeira.
Aproveitando esta onda de boa disposição e sendo esta uma terra de gente inspirada, não acredito que o Porto Formoso não saiba baptizar os seus transportes públicos.
A Igreja não vide do ar. É necessário dinheiro para mantê-la e todos precisamos dos seus serviços.
Sejamos coerentes. Vamos todos ter o culto em dia.
queira explicar melhor o porquê do novo nome do grupo folclórico.
Será como o aeroporto João Paulo II, como o Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, como o Hospital do Santo Espírito de Angra do Heroísmo ou o Estádio João Paulo II?
De qualquer forma o principal foi ter riscado o nome Casa do Povo, porque o grupo nada deve a esta casa, deve sim ao seu próprio trabalho. Deverá algo à Sra. da Graça?
Cumprimentos
"A Deus o que é de Deus, a César o que é de César"
A modalidade de constituição de associações “Associação na Hora” permite apenas aos constituintes da nova associação a utilização de nomes pré definidos, numa extensa lista que pode ser consultada na net, mas da qual não consta sequer a expressão Porto Formoso.
Resta então fazer um pedido (prévio) de admissibilidade de nome ou firma ao RNPC.
O nome “Grupo Folclórico do Porto Formoso” terá sido indeferido porque grupo de folclórico é representativo da actividade da associação, enquanto que Porto Formoso será um topónimo. Logo seria necessário acrescentar uma expressão de fantasia.
Grupo Folclorico de N. sr.ª da Graça do Porto Formoso" foi a hipotese aceite formalmente.
Se virmos bem Folclore também é representativo da fé e das tradições do povo e no presente caso a estreia do Grupo terá sido no âmbito das Festas de Nossa Senhora da Graça.
Compreendo que não é um nome original pois inúmeros grupos de folclore, por estas ilhas fora, adoptaram o nome dos seus padroeiros, mas tenho a certeza de que será um nome “pacífico” e bem aceite pela grande maioria da população.
População esta que sempre tem apoiado e acarinhado o seu Grupo. A título de exemplo nos espectáculos de variedades do último natal foram mais de 400 espectadores que marcaram presença.
O Grupo de Folclore no próximo 6 de Março comemora o seu décimo segundo aniversário, um grande exemplo de longevidade para as instituições culturais e desportivas do Porto Formoso.
PARABÉNS!
O Grupo de Folclore de N. Sr.ª da Graça do Porto Formoso é uma associação cultural que tem como finalidade promover a prática e o desenvolvimento do folclore, bem como de outras actividades de âmbito cultural, recreativo e desportivo.
Os membros recentemente eleitos para os órgãos sociais são os seguintes:
Assembleia-geral
Presidente – José António Gonçalves Pacheco
Primeiro Secretário – Sérgio Manuel da Silva Monte
Segundo Secretário – Elsa da Conceição da Silva
Direcção
Presidente – David Rodrigues Mendonça
Vice-Presidente – José Maria Pacheco Cabral
Tesoureiro – Arnaldo Medeiros Aguiar
Primeiro Secretário – Patrícia da Graça de Medeiros Teixeira
Segundo Secretário – José Eduardo Gonçalves Cabral
Primeiro Vogal – Catarina da Graça Pacheco Furtado
Segundo Vogal – Maria Luísa Correia Furtado Tavares
Conselho Fiscal
Presidente – José António Silva Monte
Primeiro Secretário – Maria Luísa Gonçalves Cabral
Segundo Secretário – Maria da Graça Janeiro Araújo
obrigado pela informação acerca do novo nome do grupo folclórico.
Lembro ainda um post que fiz há alguns tempos acerca da falta de participação da sociedade cívil na "vida" do Porto Formoso, relatando a inexistência de associações, clubes desportivos ou casa do povo e consequente a falta de cultura de participação cívica que daí advém.
Com a criação desta associação, dá-se um passo e um exemplo a seguir para uma sociedade mais activa e participativa que promova o Porto Formoso.
Venha agora a criação de uma associação cultural e de um clube desportivo/náutico, visto a Casa do Povo ser inexistente.
Parabéns aos orção eleitos para a Associação Grupo Folclórico da Nossa Senhora da Graça do Porto Formoso.
Cumprimentos
Oh meu amigo Eduardo Vieira!!!!
O amigo conheceu o Ricardo Silva hoje?Eu e o Evaristo andamos a escrever o mesmo aqui à anos!!!
Adeus
Outra boa notícia é que a RIBEIRA GRANDE MAIS já mandou limpar os balneários da Praia dos Moinhos.
Quando à pick up, vai entrar ao serviço do projecto ECO-FREGUESIA que terá início a 20 de Março.
Falando da "guerra" entre o dr. Eduardo Vieira e o dr. Ricardo Silva - São mais as vozes do que as nozes. Ainda ontem foi possível ver os dois em amena cavaqueira.
Na Lista dos Nomeados e na Categoria de Emigrante encontrasse o nosso conterrâneo João Moniz.
“Emigrado para os Estados Unidos da América desde a década de sessenta, dedicou-se à importação de produtos de origem Açoriana que comercializa e distribui em vários pontos da Nova Inglaterra. Mantém uma relação estreita com os Açores, pela ligação empresarial que aqui tem nas indústrias conserveiras e cervejeira.”
É filho do sr. João Moniz que morava em São Braz e casou com uma moça do Pico da Pedra.
Antes de emigrar para os Estados Unidos em 1972, era funcionário dos Lacticínios Loreto, Ldª
Actualmente é sócio-gerente das seguintes empresas sediadas em S. Miguel - Fábrica de Cervejas e REfrigerantes João de Melo Abreu, Ldª e Sociedade Corretora, Ldª.
Desloca-se a S. Miguel com uma periocidade mensal para tratar dos seus negócios.
Já agora, um outro sócio-gerente importante da Fábrica Melo Abreu e com uma quota maior do que a dele, é nosso conterrâneo Artur Moniz de Sá.
O João Moniz é filho do António Moniz e não do João Moniz , que é irmão do dito António, e outros nossos conhecidos, da mesma família. Espero ser esta a correcção.
Há muitos conterrâneos nossos com capacidade e poder, grande maioria deles, pouco ou quase nada investe nesta freguesia.
Parabéns ao Grupo Folclórico e a todos os seus associados. Assim demonstra que quando há vontade aparece gente capaz, só vendo pelo seu elenco. O PORTO FORMOSO ESTÁ DE PARABÉNS.
A Casa do Povo é pena não haver gente que se queira aventurar, por ser esta, a única ?, Que pode fazer "parcerias" com várias entidades públicas, sendo uma das mais valias, para esta freguesia. Parte de-los, que fazem parte do Grupo Folcolórico podiam muito bem, aventurarem-se a mais esta. E porque não!...
penso que a área atingida não foi do tamanho de São Miguel, mas disso não tenho a certeza.
Do que tenho a certeza é que a cidade do Funchal tem muitas semelhanças com o Porto Formoso no que se refere a cursos de água (ribeiras) passarem junto a quintais e a moradias...
Cumprimentos
Não é difícil de prever o que aconteceria. Há cinco lugares, críticos no Porto Formoso. Ribeira do Coucinho, Ribeira do Lugar, Ribeira Seca, Vale Formoso Ribeira dos Moinhos e a Grota do Melo, são os que ao longo dos séculos teem trazido grandes problemas às populações locais. Não podemos comparar a orografia do lado sul do Porto Formoso com a da Madeira, para quem conhece a Madeira, principalmente o Funchal, só ali desaguam três ribeiras de grande peso, se comparamos a gestão que foi dada principalmente no final do século passado, não era difícil de prever o que se desvendou, e provavelmente voltará, a acontecer se não fizeram nada para minimizar o que está mal feito, principalmente nas ribeiras que grande parte delas foi, roubado ao seu leito, para se alargar avenidas e Rotundas, ficando estas comprimidas, claro com a orografia daquela ilha, só faz com que acelere a velocidade das aguas e o resultado é este que está à vista."Dar à cidade o que é da cidade e ás ribeiras que é delas por natureza" Madeira é por natureza, uma Ilha condenada a estas desgraças. Porto Formoso não é muito critico, mas cá temos vários sítios comparados com ela; Faial da Terra, Povoação, Ribeira Quente, Furnas e Sete Cidades e outros menos acentuadas. São os sítios mais comparados com ela. Uma coisa eu notei, foi o que muitos não esperavam, foi as comunicações não funcionavam, mesmo nesta era de grandes meios de transmissão, muitos ficaram isolados, sem comunicações. Por estes motivos é sempre bom ter em varias freguesias Rádios Amadores, são estes os únicos, em caso de falta de comunicações, mesmo com pequeno gerador ou outro meio auxiliar, conseguem dar noticias para quase todo o mundo. Na Madeira há poucos Rádios Amadores, só aqui em São Miguel tem à volta de trezentos e total da Região quinhentos e poucos mais, um meio que nunca devemos desprezar e aos mais novos, que gostam, devem fazer exame e manter viva a unidade Rádio Amador, um bem necessário em caso de isolamento por acidentes, naturais.
Do Silva, para a Casa da Mosca, com chuva ou sem ela o Porto Formoso não é muito critico.
"De acordo com Frederico Cardigos, os objectivos principais deste projecto são, essencialmente, promover os bons comportamentos ambientais no território das freguesias concorrentes, e reconhecer e distinguir os esforços das Juntas de Freguesia nas áreas da limpeza, remoção e destino final dos resíduos, que deverão ser reciclados ou valorizados. Premiar o bom desempenho dos cidadãos e das entidades intervenientes, é também um dos objectivos desta campanha, cuja dinamização está exclusivamente a cargo das autarquias, acrescentou o responsável. O director regional do Ambiente revelou que as freguesias vencedoras do concurso deste ano terão direito a ostentar um galardão anual, evidenciado com uma bandeira e um certificado nas respectivas Juntas de Freguesia. As entidades premiadas terão também prioridade na celebração de protocolos em matéria de interesse público com a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar."
"Frederico Cardigos esclareceu que a expectativa do Governo para os próximos anos será alargar este projecto a temas como os recursos hídricos e a energia."
AÇORIANO ORIENTAL - HOJE
- Nos Açores as ribeiras costumam estar mais limpas do que na Madeira (dada a maior frequência de mau tempo);
- No Porto Formoso existem alguns cuidados com as ribeiras que ocorrem com mais frequência do que noutras freguesias;
- Fala-se muito do funcionário da Junta por preconceito, mas este limpa muito mais as ribeiras do que os funcionários de outras Juntas ou secretarias;
- São frequentes as vistorias do "vigilantes da natureza" nos Açores;
- Algumas obras foram efectuadas (na ponte do coucinho e no porto de pescas);
- Apenas as seguintes casas me parecem mais em risco: a do joão antão, do eduardo cagarro (que já não se serve pela porta pincipal), a do tio antónio da branca e ao lado de baixo, e a que fica ao lado da ribeira que passa no arrebentão;
- Muito provavelmente não haveriam mortes;
- Todos os elementos da Junta têm formação da Protecção Civil;
- É costume os elementos da Junta andarem às tantas da manhã a limparem os esgotos quando chove;
- As casas da ribeira do lugar já deveriam estar evacuadas (tirando o Laudalino que compreensivelmente se mantém numa csa em risco - problema dele)
- Estamos habituados a mau tempo;
- Na Madeira apenas se construíu sem pensar no mau tempo, pensando que só faz sol;
- O Alberto João tem culpa, basta ir ao Funchal e observar as encostas e suas construções.
Por tudo isto acho que é um oportunismo ou disparate achar que o mesmo aconteceria no Porto Formoso.
Estamos cá para valorizar o bem e o mal feito.
Penso que a postura deveria ter sido a contrária, numa freguesia com tantos declives nunca tivemos tanto prejuízo proporcional. Se calhar este tem sido um dos aspectos mais positivos desta freguesia, apesar dos resultados de algum mau tempo e episódios ocorridos.
é porque é ele que anda sempre com a carrinha, eh pá é verdade já estava esquecido, ele vai ver como está as ribeiras depois liga para o manuel flor e diz assim, oh manuel flor metete ah boleia para ires limpar as ribeiras que estão sujas e não te esqueças de levar o carro de cantoneiro. se o manuel flor tem carta de condução, porque é que não é ele a conduzir a carrinha, ele é que limpa a freguesia..............
Se é para manter a praia do Porto Formoso, os balneários e o futuro campo de campismo no estado em que estão, mais valia que encerrassem a actividade e passassem essas funções para a Junta de Freguesia com a respectiva compensação financeira. Não tenho dúvidas que a Junta acompanharia melhor a limpesa daqueles sítios à semelhança do que faz no porto dos barcos.
Todos aqueles locais estão num estado tão lastimável que me levam a acreditar que os gestores da Ribeira Grande Mais passam mais tempo nos seus gabinetes do que no terreno, chegando ao cumulo de dizerem que não liparam os báneários para não darem a entender que estão a obedecer a um artigo do AÇORES 9 e das chamadas de atenção feitas neste blog.
Qundo se olha para o placard onde está o trajecto do trilho vê-se que as aves da noite partiram as lâmpadas que estavam por cima dos sanitários do jardim. Com gente desta é dificil ter uma freguesia em condições.
O Manuel Flor tem carta de condução pode e deve conduzir a carinha de limpezas da junta.
O trilho do chá está fechado devido às obras das SCUT.
Adeus
Açores podem ser confrontados com tragédia como a madeirense
Os Açores podem ser confrontados a qualquer momento com uma tragédia da proporção da que ocorreu no arquipélago da Madeira, devido ao incumprimento em termos de ordenamento do território por parte das entidades públicas. O Açoriano Oriental pediu ao professor catedrático Brito de Azevedo, da Universidade dos Açores, e director do projecto Climaat (que estuda o clima e a meteorologia) uma leitura relativa à tragédia da Madeira e sobre as possibilidades do cenário se repetir, desta vez nos Açores. Esta foi uma das conclusões retiradas do diálogo mantido com aquele especialista. No caso específico da Madeira, Brito de Azevedo considera que “haverá alguma responsabilidade no que concerne ao ordenamento do território”. E lembra, referindo-se também ao caso específico dos Açores, que as recomendações que fazem os cientistas “são muitas vezes descuradas”. O especialista em climatologia alerta para “não se ocuparem leitos de cheia”. Não se deve igualmente “alterar o uso do solo sem primeiro avaliar as eventuais consequências”. Por outro lado, os “procedimentos perante o território devem obedecer a regras”, afirmou, acrescentando que “ as condições extremas do clima obrigam a algum cuidado por parte de quem tem a obrigação de fazer a gestão do território”. Brito de Azevedo refere que as “circunstâncias são semelhantes, mas as regras são as mesmas”. “Estamos sujeitos a fenómenos como o que aconteceu na Madeira. Temos precipitações da mesma ordem de grandeza, até superiores e que obrigam a que o território seja ocupado com muito critério, descendo a um detalhe muito grande no que respeita ao desenho da ocupação do solo”, alerta de novo o director do Climaat. Aludindo aos comportamentos salvaguarda, disse que “muito embora alguns acontecimentos tenham lugar num período de retorno muito longo, o certo é que mais tarde ou mais cedo voltam a ter lugar”. “É preciso vivermos com isso e saber tiras as lições quando as coisas acontecem, mantê-las presentes na nossa memória na altura do planeamento e em que se tomam as opções relacionadas com o território”, adverte. No caso concreto dos Açores lembra que o território é “escasso” e “impõem-se sempre regras de escoamento torrencial, quando a precipitação é mais intensa, havendo que salvaguardar o escoamento da água através das linhas de água sem impedimentos de ordem artificial”. E o especialista dá o exemplo do que aconteceu recentemente na Agualva, ilha Terceira. Confrontado sobre se as entidades públicas têm vindo a respeitar o ordenamento do território, Brito de Azevedo declara que “não sei se respeitam em todas as circunstâncias”. Reconhece que há uma preocupação normativa e legislativa para que isso não aconteça, mas “em algum momento as coisas não estão a ser respeitadas como deviam ser perante a gravidade das situações que se criam na fase de projecto ou da fiscalização” e defende que “tem que haver maior intervenção das entidades responsáveis por estes domínios”. “Há que respeitar em fase de projecto recomendações elementares. Muitas vezes há um certo facilitismo”, acusa. Brito de Azevedo deixa, por fim, também a mensagem de que os projectistas “tentam adaptar a realidade ao projecto quando deve ser o contrário”. • Projecto SCUT pode ser oportunidade ou gerar riscos em termos de ordenamento Brito de Azevedo considera que o projecto SCUT em São Miguel pode ser “uma mais-valia no sentido de minimizar o risco, evitando que determinadas estradas passem em zonas de risco”. Mas, por outro lado, “tem que se salvaguardar também as regras básicas da ocupação do território” “É uma oportunidade para que um projecto desta dimensão e com o objectivo que tem cumpra os dois objectivos”, refere. Mas “tudo depende da forma como o projecto será desenvolvido”. Ainda segundo o especialista, “esta é também a ocasião para que possa ser exercida a capacidade de projectar uma boa obra retirando riscos à circulação rodoviária e não acrescentando riscos à população de São Miguel”.
joão alberto medeiros