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O império reerguido










Um sucesso. Assim se pode definir o regresso do Império do Corpo do Deus - mais conhecido por Império dos Moinhos - após uns longos anos de inactividade.
Há qualquer coisa de especial neste império. Respira-se um ar diferente, mais tranquilo e apaziguador. Numa rua pequena, fora da freguesia, onde não moram mais de 20 pessoas!
A população acorreu em bom número, a festa durou nesta edição tanto na quinta como na sexta-feira. Procissão e arrematações na quinta e espectáculo de dança, sorteio e churrasco na sexta.
Um bem haja aqueles que em boa hora trouxeram de volta este império tão característico.

ps. as fotos da procissão foram obtidas graças à colaboração do Sérgio Monte.

Hoje, nada como dantes.

Uma juventude empenhada, naquilo que faz. Quando dizem que os jovens de hoje, não estão para ai virados. Não foi o que eu vi...mas sim uma juventude trabalhadora capaz... digo, mesmo, merecem ser reconhecidos, pelo empenho e o bom serviço, que eles fizeram. Pois como são muito poucos, os habitantes naquela zona fizeram uma aproximação ao Ramal, que também tiveram direito, a sortear as Domingas. Foi muito bem pensado da parte destes, habitantes, pois mais de noventa por cento do Ramal são oriundos dos Moinhos, Vale Formoso e Ribeira Seca. De zero a vinte dou-lhes os dezoito pontos, a esta equipa, jovem que bem merecem.

Não sei se o Sérgio, foi o autor de todas estas fotos, mas as que foram tiradas da noite mereciam um bom relâmpago!.....Hei pá, não fosse cair um, raio....seria ainda pior!. Era então quando podiam ficar mais escuras.............

Caro Silva,

fui eu o autor das fotos nocturnas. Não quis dar flash para não ficar tudo branco e assim se perder o "ambiente" rústico das luzes da festa.

No resto, também dou 18 valores. Jovens empenhados, que souberam chamar os de meia-idade (Carlinhos, Cabral, etc) e os mais velhos (sr. Laudalino, etc) e todos juntos fazer a festa.
Nessa festa a palavra para a definir foi "comunhão". Via-se que estavam todos ali por amor à camisola dos moinhos.

Eu, que sempre gostei daquele lugar, apreciei que muitos outros também sintam o mesmo.

Lembro um post que publiquei aqui, em boa altura, há um ano ou dois, a incitar o regresso deste império. Cheguei mesmo a falar com duas ou três pessoas que me disseram desanimadas "já ninguém quer saber disso".
Afinal, vi o império em pé e essas pessoas a colaborar. O que elas precisavam era de um pequeno empurrão!

Que sirva de exemplo para a Casa do Povo (não resisti a escrever isto).

Cumprimentos

Segue abaixo o post publicado há um ano atrás, em Maio de 2009:


Império dos Moinhos

Já cheirava a Verão, mas costumava fazer frio à noite. A barraca era feita com a ajuda de uma barreira de terra que parecia estar lá de propósito. O bazar era lá ao fundo, numa garagem como todas as outras. Era o império mais pequeno de todos.
Na altura, nem percebia porque se fazia aquela festa, contudo, parecia-me diferente: era uma festa da freguesia sem ser na freguesia! Estranho caso aquele.
Acabava sempre mais cedo do que as outras festas, pois o dia seguinte era dia de trabalho e o aconchego de casa ficava mais longe, ainda para mais com as peripécias de uma subida do arrebentão sujeita a objectos voadores a baixa altitude. Eram as "louvadas" que caíam sem avisar, aptas a deixar qualquer um inconsciente ou, caso não acertassem no alvo, capazes de transformar um simples ser vagaroso num velocista que subiria o arrebentão em dez segundos.
Este ano volta a não haver Império dos Moinhos.
Faz falta!

ps. em conversa informal, fui desafiando um ou outro habitante da zona a reunir esforços de novo e todos ficaram com um brilhozinho nos olhos. Pareceu-me que faltava pouco. Falta alguém que os mobilize e que apele às origens.

Não percam no último post "Enquanto não chega o Império dos Moinhos..." o comentário do blogger JAGPacheco sobre o Carvalho.

Um dia quando A Casa da Mosca fechar a porta vai-se publicar um livro com estes depoimentos todos.
Como um dia disse o amigo Sá Couto: "tem aqui material para construir algo para história do Porto Formoso".

Foi nos anos trinta do século passado, que a quêlo carvalho serviu de cenário, de uma foto, de parte da minha família, que para o efeito penduraram um lençol branco tende o carvalho por de traz, com o fim de enviar para o Brasil para famíliares, que tinham emigrado nos anos 1885 em direcção a São Paulo. Foi nos anos sessenta que serviu de mortalha a um operário da camara da Ribeira Grande que ficou soterrado por um lanço de terra que caiu ali mesmo em frente, quando de serviços efectuados naquêlo ramal que dá aceso a São Braz. E como diz e muito bem o nosso amigo JAGPacheco, é ali que muitas das romarias, param para descansar ou merendar, ou a querer, fazer tempo de espera para pernoitar na proxima freguesia. Se este carvalho tem um século ou dois não sei, sei que nos anos trinta já parecia estar, como é hoje?....

Quanto às fotos eu já, aqui ouviu dizer, que quem não tem cão caça com gato, foi mais por brincadeira, vi logo que a intenção era esta de ver o ambiente ali vivido mas como estas maquinas modernas quase todas tem programas para ambientes de noite provavelmente teria ficado melhores. Mas valem por aquilo que valem e nada mais.

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Gostava de voltar a ver nesta Casa umas fotografias antigas assim como saber como decorreu a reunião ontem da Assembleia e Câmara da Ribeira Grande

"Piratas em Terra"

Feira quinhentista traz piratas à Ribeira Grande
Entre 30 de Julho e 1 de Agosto, o centro da cidade da Ribeira Grande transforma-se para receber a Feira Quinhentista que, este ano, é dedicada ao tema "Piratas em Terra"


Noticia de hoje, no Açoreno Oriental

À atenção dos visados aviso que os tanques de lavar roupa da praia dos moinhos estão com falta de 4 ou 5 telhas.
Senhores da junta tenho em casa umas telhas regionais no fundo do quintal se precisarem.

Antes do adeus fica a pergunta:

O que faz a carrinha da junta de freguesia todo o dia parada que nem o funcionário da junta pode usar a carrinha nos trabalhos de limpeza?

Adeus

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Acrecentava, apesar da minha ignorância na matéria, o Gingko biloba da fábrica do Chá Porto Formoso e o Castanheiro (Castanea sativa) que se encontra no trilho da descida para a Ladeira da Velha.

Cumprimentos

Como colaborador do Blog apresento este pequeno contributo para Identificar sete árvores isoladas, de interesse público para o Porto Formoso, sabendo que a “Casa da Mosca”por si lançará um alerta para a preservação destes “Monumentos Vivos”
Trata-se de um património em constante mutação. Algumas destas árvores com o passar do tempo desaparecem, e outras deveriam (supostamente) ir sendo plantadas, por particulares e entidades públicas, para ao fim de muitos anos atingirem o mesmo estatuto.
Para facilitar aos interessados no conhecimento da riqueza botânica que constituem estas árvores, registamos os nomes vulgares e científicos, localização e algumas observações.
Naturalmente que ficaria mais completo incluir, para cada árvore, características como a altura total; diâmetro do tronco (DAP); Diâmetro médio da copa, a idade provável e porque não uma ou mais imagens … fica um desafio para os que gostam de fotografia.

CARVALHO; “Quercus robur”
Originário da Eurásia
Localização: Entre o Porto Formoso e S. Braz
Observações: A importância deste imponente e frondoso exemplar já foi denunciada neste Post
Árvore muito utilizada na produção de mobiliário, barris, construção naval e os seus frutos, as bolotas, são fonte de alimentação animal.

TÍLIA; “Tília europaeia”
Originária da Europa
Localização: Rua de N Sª. do Carmo, Jardim do Sr. Pereira
Observações: O presente exemplar possui uma bonita copa de forma semi-esférica.
A Tília é cultivada como planta ornamental e de sombra em parques e jardins, também é utilizada para o fabrico de chás (flor)

PLÁTANO; “Platanus hibryda”
Origem: Cultivar
Localização: Porto do Porto Formoso, junto aos antigos lavadouros
Observações: Árvore com a copa podada em forma de taça. Apesar da grande proximidade do mar, ainda hoje, oferece sombra aos marítimos que nas tardes de verão, ultimam os preparativos da faina.

CAMÉLIA; “Camellia japonica”
Originária do Japão
Localização: Rua dos Calços, Jardim do Sr. Francisquinho Jesuina
Observações: Esta roseira-do-japão de porte considerável possui uma bonita copa de forma perfeitamente semi-esférica. Na época de floração, de Dezembro a Fevereiro, transforma-se num enorme “bouquet”.

ÁRVORE DO PAPEL; “Melaleuca linariifolia”
Indígena da Austrália
Localização: Rego d’ Água, quinta do Sr. Josezinho Senra
Observações: Esta raridade botânica deve o nome á sua casca que se desprende do tronco em tiras semelhantes ao papel. A sua abundante floração branca é perfeitamente visível do adro da igreja, assim como de outros locais da freguesia.

ARAUCÁRIA; “Araucaria heterophyla ”
Originária da Ilha Norfolk
Localização: Estrada Regional, Misericórdia, Arribanas do Sr. José Moniz
Observações: Árvore de grande porte que para as novas gerações serve de referência relativamente ao lugar onde está instalada. Tem dois novos gomos apicais (pequenas guias), que resultam da destruição, em anos recentes, do gomo original. Provavelmente por acção de um raio ou ventos fortes. Na sua região de origem lança anualmente uma rodada de ramos por ano o que facilita a determinação da sua idade. No clima dos Açores esta questão não é tão linear.

MAGNÓLIA de Flores Grandes; “magnolia grandiflora”
Indígena da América do Norte
Localização: Entroncamento da Estrada Regional com o Caminho da Mata Alta (Salto)
Observações: Este mês já se podem observar as suas impressionantes flores brancas. Inicialmente deve ter sido plantada no domínio privado, mas, com os alargamentos das vias circundantes encontrasse numa pequena ilha (canteiro).
Irá resistir ao actual alargamento?

Como resposta às sugestões do amigo Regedor, os exemplares que sugere são deveras importantes. E em vez de sete, aquele número mítico, das sete maravilhas, … a lista poderia ser de dez ou mais.

Contudo dentro do critério das árvores isoladas o “Jardim” como é conhecido o prédio onde se localiza a Fábrica do Chá não encaixa. Pois São duas ginco de grande porte, 5 de médio porte e um bosquete de 18 gincos com apenas 2 anos. Ainda lá existem duas bonitas tílias, uma lindíssima alameda de plátanos, uma raríssima araucária colunáris …
O castanheiro, como árvore de fruto, foge ligeiramente ao tema da lista mas acho que pelo grande porte se deve acrescentar.
E talvez para surpresa do Regedor também poderia entrar na lista:

EUFORBIA Cardeal; “Euphorbia pulcherima”
Originária do México
Localização: Rua Amâncio Machado Faria e Maia, Jardim do Sr. José Raposo
Observações: Conjunto de dois grandes arbustos ornamentais com copa podada de forma semi-esférica. Na época de floração, de Outubro a Fevereiro, podem-se apreciar as suas bonitas flores vermelho vivo.

Um grande documento este, o apresentado pelo caro Jagpacheco. Com certeza que com mais alguns conteúdos (já identificados pelo autor) podia servir de texto para uma brochura "botânica" da freguesia e um eventual pequeno roteiro turístico.
Não sei se o PEC o permite, mas a colocação de umas placas de identificação (feitas em ferro e muito bem presas - não vá alguém lembrar-se que ficam bem em casa ou destruídas)junto destas árvores seria interessante, e alcançável.
Fica também u exemplo de como todos podemos por vezes contribuir e não o fazemos muito.

Mais uma vez o nosso amigo JAGPaceco, nos vem brindar com uma vasta gama "botânica" que de facto não sabia que existia aqui tão perto de nós, embora eu já parte delas as conhecia. Estou-me a lembrar de uma árvore, que existia, na Casa do Galo que era uma Alfarrobeira, (Ceratonia siliqua)era a ultima árvore que, ficava à esquerda de quem entrava o portão. Quando eu era mais novo, espreitava sempre a ver se já tinha vagens. O que é certo quando acontecia não chegavam a encher. Diziam os mais antigos que queria um clima mediterrâneo, caso que não é o nosso. Há cerca de um ano lembrei-me desta árvore e lá fui eu ver se fazia um registo, para memórias, da minha juventude. O certo, que não fui capaz de ver tal árvore, não sei se morreu ou foi transferida para outro local. Que lá havia!... Isto sim havia!.......

E como Já aqui, foi sugerido e muito bem, fazermos um inventário de todas estas e de outras, que já existiram, lembra-me de um bonito Chorão ali ao lado de onde está a Casa do Povo, que num vendaval deitou-o por terra. Caso para dizer que nem todas morrem de pé!.....

Não se esqueça de marcar presença em mais um Momento Chávez

Ribeira Grande, 16 de Junho – O presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Ricardo Silva, vai hastear sexta-feira, dia 18, pelas 11h00, a bandeira azul na Praia da Santa Bárbara, da Ribeira Grande.

Dia 21 de junho, ou seja amanhã da-se o solstício, às 11H28 UTC. o dia, com mais horas, de luz solar, do ano.

A minha consideração por Cavaco bateu no fundo
De um Presidente da República não espero que seja “um dos nosso”, espero antes que seja “um de todos”, capaz de perceber que é na diversidade que o país encontra o seu caminho. Não é importante que tenha sido o candidato em que votei, importa sim que seja um homem de princípios e mais importante do que serem exactamente os meus sejam alguém que se oriente segundo princípios e não por interesses.
Saramago não era um do meus e eu admirava-o, Sá Carneiro não era um dos meus e merecia o meu respeito, Lucas Pires não era um dos meus e sempre teve a minha consideração, Ramalho Eanes não é um dos meus e merece que o admire, são muitos aqueles que não me convencendo a partilhar dos seus ideais conquistam a minha estima, uns ainda o conseguem, outros mereceram-na para todo o tempo em que eu cá andar.

São gente grande, capaz de ultrapassar a mesquinhice, de respeitar e ter consideração pelos adversários, de amar para além dos netinhos, de ambicionar para além da sua dimensão. É isto que se espera de uma instituição como a Presidência da República, uma instituição que os portugueses aprenderam a respeitar porque por lá passou gente grande, gente diferente mas que foi capaz de enriquecer o cargo. A Presidência da República de hoje é muito mais do que determina Constituição, é o humanismo de Jorge Sampaio, é o rigor e honestidade de Ramalho Eanes, é a grandeza de ideias e de cultura de Mário Soares, até é a entrega de Costa Gomes.

É evidente que Cavaco Silva não tem a grandeza de Soares, a generosidade de Sampaio ou a elevação de Ramalho Eanes, diria mesmo que pela sua dimensão dificilmente conseguiria enriquecer o cargo que assumiu. Mas já que dificilmente conseguiria enriquecê-lo, poderia tentar deixar como o encontrou. Infelizmente não está a conseguir.

Quando completou 70 anos fez-se fotografar com a família nos jardins como se fosse a família real dos Silvas, quando veio o Papa voltou a reunir a “família real” para receber o Papa no seu palácio e até ficou extasiado porque Bento XVI repetia o nome dos netinhos. Durante uma semana a Presidência da República foi transformada numa sacristia familiar, mas quando foi necessário enfrentar a reacção do voto gay descobriu que Portugal enfrentava uma crise e o parlamento não podia perder uma hora a discutir o casamento gay.

Mas se para receber o Papa Cavaco se transforma a Presidência da República na família dos Silvas, para homenagear um prémio Nobel o Presidente da República acha que funerais é coisa para amigos próximos, pior ainda, não foi mas mandou o chefe da Casa Civil apresentar os pesamos à família, como se a qualidade do correio enobrecesse o conteúdo da missiva. Quando deve ser o Presidente a aparecer lá aparece a família, quando acha que não deve aparecer porque é um assunto de família manda o chefe da Casa Civil.

O país pode ser pobre, viver permanentemente em crise, enfrentar sucessivos pecs e planos de austeridade, mas apesar de todas estas dificuldades sempre encontrou grandeza na instituição Presidente da República. Agora tem alguém que não se cansa de dizer que sabe muito de economia como se este país fosse uma mercearia, como se o Presidente fosse o técnico oficial de contas de Portugal. Ramalho Eanes não foi presidente por ter muita pontaria, Sampaio não o foi por saber falar inglês e Soares não foi eleito por ser culto, foram presidentes por serem homens nobres, por desprezarem a mesquinhez, por saberem respeitar e fazer-se respeitar.

Não é o caso de Cavaco Silva, pode saber muito de economia mas para Presidência da República é como se não soubesse comer com faca e garfo, não percebe que o cargo é maior do que ele próprio, não resiste à tentação de permitir à família tiques de família real, é incapaz de resistir à tentação de exercer os seus poderes para além do admissível como se viu no caso da conspiração das escutas protagonizada pelo seu braço direito.

Não espero que Sócrates ajude Cavaco a concluir o mandato com dignidade, apenas desejo que termine quanto antes e a Presidência da República retome a tradição da democracia portuguesa, que esteja lá alguém que não se deixe enredar na mesquinhice humana e saiba engrandecer o cargo.

Os últimos dois posts foram retirados de www.jumento.blogspot.com e exprimem aquilo que penso em relação ao nosso presidente da república.

No Açoreano Oriental de 2010-06-21



D. Duarte diz que Portugal homenageia "um homem que é contra" o país
O duque de Bragança, Duarte Pio, considerou hoje, simbólico que Portugal "esteja a homenagear como um grande herói nacional um homem que é contra Portugal".
Nacional 2010-06-20 19:10


Será que, ele tem razão?.. Para quem em vida disse, que Portugal devia pertencer à Espanha. E se auto exilou numa Ilha Espanhola. Quem sabe se O nosso presidente pensou da mesma forma?....

Foi uma pessoa muito contestada, contestada mesmo pelo Vaticano.. Ou era ele ou era o Diabo?............

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Bonita "Caixoeira"

No parque de Campismo, tem uma bonita queda de água, que cai para um lago , a qual deram o nome popular, de "Caixoeira" fizeram um mirante e uma escadaria, ladiada por um corrimão, tendo sido ajardinado, com bonitas plantas de onamentação, parte do declivo até à "caixoeira", fica bastante bonita. Mas se em vez de a queda de água, e essa fosse desviada, um pouco para a direita, para quem está de frente, fazia uma queda muito bonita, "assim como aquela que existe para os lados do Nordeste" embora eu não seja entendido, muito nestas coisas penso eu que não seria muito difícil. No parque existe uns taipais, a fazer duas divisões com chuveiros, instalados e mais uma com uma fonte e também a respectiva casinha, igual as de antigamente, que não vi as condições da mesma, não sei se a sua limpeza sanitári, fica a cuidado de quem?... Espero não ser um foco de vareja, que no verão à muita. Bom como está, já oferece algumas condições para quem gosta de campismo. Bom, o bom mesmo é lá irem ver com os vossos próprios olhos.

Na minha breve estadia no Porto Formoso questionaram-me para que serve a carrinha da Junta de Freguesia e se esta não devia estar ao serviço da limpeza da freguesia e do programa Eco-freguesia.
Como eu tenho passado pouco tempo na freguesia e como não tenho informações priveligiadas sobre este assunto, encolhi os ombros na minha ausência de explicação.

Este assunto, já foi levantado aqui pelo blogger deus2deus. Quem souber a resposta que se pronuncie.

Novo post este fim-de-semana.

Cumprientos

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