Uma foto que vale o nosso passado


Matança de porco em casa de Manuel Casinha, Canada das Gentes 19, 1963
Última fila, da esq. para a dir.: Maunuel Paulos, José Calouro, Fernando Calouro, Manuel Anacleto, José Cabral, Fátima Mendonça, Alice Vieira (da Ribeira Funda), Delfina Casinha, Fátima Caloura, Maria do Carmo Casinha, Manuel Briló, José Casinha, Maria de Lurdes Aguiar, Maria do Carmo Aguiar. Fila do meio, da esq. para a dir.: Arminda Mendonça, Jerónimo Janeiro, Libéria Vieira (da Ribeira Funda), Maria da Luz Casinha, Maria Briló, Manuel Casinha, Rosa Briló, Elisa Casinha, Augusto Anacleto. Primeira fila, da esq. para a dir.: Manuel Branco Furtado, Almerinda Casinha, Carlos Teixeira (filho de Maria José Casinha), Maria de Jesus (filha de Norberto e da Zenaida), Inês Casinha, José Casinha (neto).

Convido todos os bloggers a apreciarem a riqueza técnica e cultural desta foto. Estão lá todas as características do nosso passado. Desde a casa, às pessoas, às flores.

Comentários

AGUIA disse…
Pelas informações recolhidas e pelo que se pode verificar no mapa de visitas, notamos que este blog é muito visitado no estrangeiro. Esta fotografia é um grande contributo para os nossos emigrantes recordaram a sua terra e o seu passado.
Esta fotografia é um autêntico tratado história para o Porto Formoso.
deus2 disse…
O regedor está de parabéns por conseguir trazer posts surpreendentes e de qualidade.

Esta foto com mais de 40 anos revela quase tudo sobre as nossas gentes.
O Manuel Palos de cigarro na boca e o rapaz de robe são espectaculares e o dono da casa no meio de copo na mão!
Já agora alguem sabe quem foi o fotografo que tirou a foto?
Merecia ser recordado.
AGUIA disse…
Não consigo identificar a grande maioria das pessoas da fotografia e creio que o Regedor se deve ter informado das mesmas para colocar a legenda.
Telefonaram-me a dizer que a pessoa identificada por Manuel Paulos é o Manuel Percianino, pai da Rosa que mora na Canada das Gentes e é casada com o José de Nordeste. Será verdade?
JASRAPOSO disse…
Esta fotografia enviada do Canada, mais precisamente da cidade de Montreal e por alguém que esteve há poucos dias entre nós de visita, faz-nos pensar como se vivia naquele tempo.

Havia uma maior solidariedade entre as pessoas e, apesar da pobreza, prosperava a alegria.

A sabedoria das pessoas fixava-se num comportamento de ajuda mútua em que os maus juízos actuis eram substituidos por acções de verdadeira e sã camaradagem.

Em vez de invocarem as suas limitações com afirmações negativas e desencorajantes, as nossas gentes trabalhavam e conviviam.

Colocados um pouco à margem do progresso, essas pessoas tinham a grande capacidade de verem a beleza de Deus num pôr do Sol, no sorriso de uma criança ou na dádiva que brotava da terra.

É penas que os "intelectuais" de hoje não saibam ouvir os conselhos das pessoas que muito labutaram nesse passado recente..

PS - Hoje uma matança faz-se com meia dúzia de pessoas, na da foto há trinta.
Cavalete disse…
Excelente tributo à família Casinha! A foto faz-nos lembrar a importância da instituição FAMÍLIA. Não há nada como reunir à mesma mesa os pais, irmãos, primos, tios...
James Dean disse…
Com a proximidade das Festas de Nossa Senhora da Graça será que este ano vamos ter o Epicentro II? Pois com a experiência do ano transacto, pode-se melhorar muitas coisas.
Oxalá que sim, pois é sempre um sítio diferente, em que reina a "paz" e a amizade....

Cumps

James Dean
nancya disse…
Esta foto foi tirada na casa dos meus avos. Foi tirada pelo o "Remiso" fotografico da maia. O Manuel Paulos nao e o Manuel Perciano. Ele era o Manuel Paulos Da Silva, Pescador, que morava na canada nova, casado com Rosa Briló.
Este verao eu estive no porto formoso e vi que as pessoas nao se ajutem como antes. Apesar de agora teram mais posibilidades.
AGUIA disse…
Muito obrigado pelo esclarecimento vindo do Canada, num português perfeito.
Pelo que vejo, a sua família continua a honrar o Porto Formoso.
Parabéns.
É altura de desafiar outros nossos emigrantes a enviar mais fotografias com as respectivas legendas.
JASRAPOSO disse…
O tio Manuel Paulos era um pescador muito temido pelos rapazes da altura.

Quando os encontrava distraídos na areia dos barcos pegava neles e levava-os para o mar. Aí largarva-os para aprenderem a nadar.

A par disso era também terrível nos beliscões que dava com os dedos dos pés. Naquela altura, usar sapatos era só pelas festas e nalguns Domingos....
O Regedor disse…
Caros bloggers,

cada vez que vejo uma foto antiga muito boa ela é obra do "olho clínico" do Sr. Remígio. Excelente fotografo.

O seu arquivo fotográfico deveria ser tornado público, num museu ou simplesmente numa exposição de fotografia.
sono1 disse…
Dia de Matança

“Tragam cebola e salsa
P’ra junto do alguidar
E digam à gente que passa
Que há porco p’ra matar

Temos hoje matança dura
P’ros lados da associação…
Há enchidos com fartura,
Vinho novo no canjirão.

O porco de banhas nobres
(do Manuel e da Maria),
na matança a casa dos pobres
enche de tanta alegria!

Rapazes e raparigas
Mais toda a minha gente,
reguemos estas cantigas
com figos e aguardente.

Rapazes vamos a elas…
que eu já não posso esperar.
Vamos provar as morcelas
Para depois se bailar.
…”
António Vallacorba.


Com um forte abraço
AGUIA disse…
O programa das festas de Nossa Senhora da Graça anunciado hoje pelo nosso pároco é de uma tal pobreza que levamos a deduzir que muito pouca gente nos irá visitar.
Uma festa engloba uma parte religiosa e outra profana e é desenvolvida por todas as forças vivas da freguesia.
O padre só falou e pouco na parte religiosa que segundo disse vai se feita "com a prata da casa".
A juntade Freguesia, a Comissão Fabriqueira, o Grupo de Jovens, que é feito dessa gente?
verdascada disse…
As festas da Senhora da Graça como estão vão durar mais 10 anos e acabou-se.
Um programa tão pobre não tras juventude nem pessoas de outras freguesias.
Não há gente com iniciativa para fazer actividades desportivas ou culturais de jeito.
Só resta ir para a barraca das festas... Como diz o outro é feia e mal decorada mas tem gente.
sono1 disse…
A festa de Nossa Senhora da Graça tem ingredientes mais do que suficientes para atrair os forasteiros à nossa freguesia. No domingo há a celebração eucarística com a presença de varias pessoas das freguesias vizinhas e à tarde a grande manifestação religiosa (procissão), a mais participativa nos arredores.
Na segunda-feira, é o dia de recordar os entes queridos, com a missa no cemitério, algo incomparável, que muitas freguesias tentam imitar mas sem conseguirem atingir as proporções do Porto Formoso. Iniciativa do padre João Botelho do Couto em levar a imagem de Nossa Senhora da Graça rumo ao cemitério, pároco na época desta fotografia.
Ao final do dia à procissão rumo ao porto de pescas (recolha dos mariscos), oferta dos pescadores da nossa terra, iniciativa do pároco Francisco, seguindo-se a procissão da recolha de oferendas pela freguesia.
Este ano, esta procissão irá ser feita com carros alegóricos.
Se muitas pessoas vêem as festas no aspecto profano, o que não deixa de ser importante, o conteúdo, a essência, encontra-se na vertente religiosa, compreendo a indignação de algumas pessoas, mas a festa é em honra da nossa padroeira.

Com um forte abraço.
O Regedor disse…
Nem só de religião vive o Homem

Na Bíblia diz-se "nem só de pão vive o homem". Esta frase que tem como objectivo alertar para a necessidade da presença da religião na vida do Homem é muito curiosa e merece análise cuidada. Ao mesmo tempo que exprime esse ponto de vista, a expressão "nem só de pão" indica, por outras palavras, que também de pão vive o Homem, mas não só de pão.
Assim, percebemos que o "pão", que neste caso pretende enunciar as "coisas mundanas", ou seja, profano, também faz parte da existência humana, tal como a religião.

Assim podemos analisar o programa das festas em honra de Nossa Sra. da Graça.
Estas festas são religiosas, mas não se podem esgostar nesse aspecto.
Sabemos todos que a nível religioso as nossas festas são muito ricas, (como atrás foi descrito pelo blogger sono1) mas interessa, e muito, acrescentar algo mais.
Lembro-me de no 2º Domingo de Agosto ter passado na freguesia da Ribeirinha, por altura das festas da freguesia. Pude observar que uma das festas que atraía mais gente em todo o concelho estava deserta e com tempo bom a ajudar à festa. Porquê? Porque também aqui apenas existiu a religião.

Caminhamos para um futuro em que apenas no momento da procissão de Domingo haverá uma enchente de pessoas. O arraial, à noite, é um pequeno deserto, com uma banda de música a tocar para os mosquitos às voltas das lâmpadas.

É preciso algo mais.
Actividades desportivas, lúdicas, culturais, que envolvam a população. E não me falem em dinheiro, porque gostaria de saber quanto custa fazer um torneio de ping-pong, de futebol, uma conferência sobre um tema importante para a freguesia, um rally-papper, umas actividades de natação!

Além destes aspectos há questão dos espaços nocturnos. Na festa da Lomba da Maia haviam 3 barracas de relativo bom-gosto e um retiro. Uma era numa casa antiga de pedra, outra numa explanada bem construída e outra com duas divisões e motivos agrícolas.

No Porto Formoso vai haver apenas a barraca das festas. É onde todos vamos estar, mas é pouco, muito pouco, dentro de um mamarracho de cimento.

A festa merece mais actividades e mais diversidade. Compete à Comissão de Festas lutar por isso, ou julgam que basta fazer 3 procissões muito boas e montar a iluminação?
Investigador disse…
Carissimo Regedor!

Com os devidos respeitos, aqui vai a minha opiniao!
Se todas as pessoas que escrevem aqui no blog a manifestar o grande empenho em transformar esta freguesia para algo melhor pusessem mãos à obra, ja viviamos em New York City !
O grande problema é a lingua afiada! Porque é que não foram atempadamente ter com a Comissão de Festas a propor essas ideias???? Viram o programa das festas e agora é so cortar na casaquinha! Tão bonito! Esta freguesia não progride porque a maior parte da população so sabe criticar aquilo que se faz! Este blog, apesar de ter alguns aspectos positivos, so vem demonstrar "a grande capacidade dos criticos porto formosenses!
jomacor disse…
Amigo investigador

Estou de acordo contigo
há mais gente para destruir, do que para construir

As Festas religiosas compete á igreija,e o seu programa está bem feito como sempre

o resto dos divirtimentos compete á população,estes que se fazem espertos que resolvem o resto em vez de estarem a criticar

é só Blá Blá Blá e nada de fazerem

Até Já
AGUIA disse…
As pessoas quando ocupam determinados lugares, como é o caso da comissão de festas, têm a obrigação de actuar de acordo com os interesses da freguesia. A sua actuação, no caso das festas de Nossa Senhora da Graça, não pode resumir-se ao aspecto religioso. Esse compete ao padre.
Porque é que essa comissão não marcou uma reunião com a Junta de Freguesia a ver se faziam alguma coisa em conjunto?
Se viram o programa das festas de S. Braz puderam constatar que a Junta de Freguesia interveio nas festas.
No Porto Formoso a Junta foi marginalizada.
sono1 disse…
Meu caro águia, a junta de freguesia não foi marginalizada por parte da comissão, pelo conhecimento que possui houve um determinado elemento da referida comissão, que foi fazer um pedido de apoio para a realização das festas, a resposta é que nos todos sabemos, não á dinheiro.

Caríssimo regedor a passagem que referiu da bíblia é demasiado importante para que fique incompleta esquecendo-se de referir a segunda parte, “nem só de pão vive o homem mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”.


Com um forte abraço.
AGUIA disse…
Uma coisa é chegar à Junta de Freguesia e pedir dinheiro, outra é apresentar um plano com o respectivo orçamento e pedir apoio financeiro.
A Junta só apoio casos concretos e não dá dinheiro só por boas intenções.
Saibamos ser humildes em discutir o Livro Sagrado que é a Bíblia.
Investigador disse…
Carissimos!
O grande problema é que os homens não sabem nem querem colocar em prática os ensinamentos do Grande Livro, a Biblia! Se fosse assim, não haveria as disputas politicas que existem, nem as "bocas" mal educadas! No Porto Formoso, o Pároco parece que se deixa influenciar pela "Superioridade" do vice presidente da comissão de festas! É de lamentar! Se o cargo de Pároco pudesse ser candidatável, o vice já o tinha ocupado.
O Regedor disse…
Caro investigador,

volto a reiterar tudo o que escrevi.
Acho que o seu argumento tenta inverter os papéis.
O que me está a dizer é que como a Comissão de Festas não tem idéias novas, tem de ser o povo a ter?
Não concordo.
Quem está em lugares de decisão e de poder (Comissão de Festas) é que tem os meios necessários a executar as actividades requisitando a colaboração da população e não ao contrário.

Quanto à sua última frase acho que está correcta mas incompleta. Eu diria:
"Este blog, apesar de ter alguns aspectos positivos, so vem demonstrar a grande capacidade dos criticos porto formosenses" e a GRANDE INCAPACIDADE da maioria das pessoas que ocupam os lugares de poder do Porto Formoso!

Cumprimentos
Investigador disse…
Meu caro, tás a perder as qualidades de Regedor!
A calma é uma das maiores virtudes!
Se és tão competente, candidata-te a um lugar de poder, para poderes fazer a grande mudança!
Para que tanta revolta com a Comissão de Festas? Foi porque a barraca não foi atribuida ao pessoal do epicentro?
O Regedor disse…
Caro investigador,

não me sinto revoltado, antes conformado, porque é mais fácil ensinar um burro a ler do que mudar certas mentalidades.
Cada um faz o que pode ou quer fazer. A Comissão de Festas faz o que pode e sabe.
Não anseio nem me interessa o poder, além disso quando quiser fazer uma barraca faço e não necessito de andar a pedinchar favores.

Limito-me a dar a minha opinião e você dá a sua.

Penso que estamos entendidos.

Cumprimentos
deus2 disse…
Quem fala assim não é gago!
eheheheh
AGUIA disse…
Passado um ano ainda há pessoas que continuam com o EPICENTRO atravessado na garganta.
As pessoas tiveram aquela iniciativa para animar as festas e não para obteram grandes lucros, apesar do saldo financeiro ter sido bastante positivo.
Se tivessem o lucro em prespectiva continuavam este ano.
Há que saber dar a oportunidade a outros...
James Dean disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
James Dean disse…
Isto vai aqui uma grande assorda...
Então este ano não vai haver Epicentro. É pena, pois era uma mais valia para as festas, porque a maioria das pessoas já não querem andar de um lado para o outro, querem é um sítio onde possam ouvir música, comer uns petiscos e beber umas bejecas... Normalmente as barracas das festas estão cheias de pessoas mais velhas e com uma música pimba de fundo, coisa que não é muito agradável...
Sempre pensei que este ano é que ia ser o ano de afirmação do Epicentro, pois com a experiência adquirida no ano anterior de certeza que iam ser melhorados alguns aspectos.
Até parece que com o acalmar da crise sísmica, também acalmou o espírito empreendedor dos promotores do Epicentro.
Agora caro Regedor como é que querem ganhar o respeito das pessoas se não conseguem fazer a mesma coisa dois anos seguidos, isto só mostra alguma falta de maturidade e de medo das críticas. Se fosse comigo este ano o Epicentro ia ter o dobro do tamanho para dar mais nas vistas...
Uma coisa lhes posso garantir, este ano nem ponho os pés no Porto.

Cumps

James Dean
AGUIA disse…
Todos os ex-promotores do Epicentro gostariam de fazer algo de semelhante no corrente ano. Acontece que a sua maioria não conseguiu férias em Setembro, pelo que não puderam levar a sua ideia avante. As coisas nem sempre são como se quer e há que fazer opções na vida; esta foi uma delas
Investigador disse…
Concordo consigo Regedor:
"é mais fácil ensinar um burro a ler do que mudar certas mentalidades"!!!! Grande Verdade!

Segundo o que sei, já existiu um grupo, há poucos anos atrás, que queria fazer negócio na barraca da comissão de festas, mas não chegou a ir em adiante porque tinha de pagar uma determinada quantia!
Há pessoal que adora pedinchar favores.
Se criticam a capacidade de alguns, como é que se comenta o facto de nem conseguirem fazer outro epicentro! Grande Capacidade!
Dá-me vontade de rir
Umas boas festas!
Cavalete disse…
Algumas observacoes sobre a nossa Festa.

1 - Em beneficio de um arraial socialmente agradavel, a zona festiva deveria situar-se apenas entre o cafe do Antonio e a casa do antigo sacristao. A extensao a zona do campo de futebol dispersa em demasia a populacao, criando muitos espacos vazios.

2 - Face a insuficiencia de dinheiro para completar o pavilhao multi-usos, qualquer exploracao daquele espaco deveria seguir as mais elementares regras de mercado. Nao estamos em condicoes de subsidiar qualquer instituicao do Porto Formoso atraves da ulilizacao semi-gratuita daquele espaco. E por demais evidente que a exploracao do pavilhao pode ser muito rentavel. Julgo que a forma mais interessante de maximizar a sua agradabilidade e rentabilidade seria criar quatro ou cinco zonas para bares/barracas dentro do pavilhao e arredores. Poderiamos ter uma zona comum de mesas ou cada bar teria a sua propria area de mesas. Depois seriam concedidas licencas de exploracao a precos minimamente acessiveis a quem estivesse interessado. Poderiamos ter uma versao reduzida do epicentro, a barraco da igreja (a quem seria dada a melhor localizacao), a barraca do grupo folclore, etc. Tenho a certeza que haveria "dinheiro" para todos, especialmente para as obras de conclusao do pavilhao. O que nao faz sentido e um mega restaurante em beneficio quase exclusivo de apenas uma instituicao.

3 - Nao deveriam haver carroceis. A sua localizacao junto ao campo de futebol dispersa a festa e junto a casa mortuaria degrada o espaco das barracas. Alem disso, provocam demasiado barulho.

4 - Mais nao se pode exigir do Padre e da vertente religiosa. Neste aspecto e das melhores festas dos Acores.

5 - E evidente que pode decorrer um programa desportivo paralelo as festas. O pontape de saida pode ser dado pela Junta mas nao ha mal nenhum se forem os privados a propor a Junta certas actividades. Especialmente se estes se comprometerem a participar na organizacao. Mais do que dinheiro, e preciso gente para levar por diante certas ideias.

6 - O resto e conversa...
Cavalete disse…
A Sra Elisa Casinha, no lado direito da foto, faleceu na decada de 80 aos 95 anos. Sera que algum blogger nos podera informar quantas pessoas existem no Porto Formoso com mais de 90 anos? A existir alguem com mais de 90 anos, seria importante colocar aqui a sua foto.

Em 2001, segundo os censos, existiam 5 mulheres e 1 homem com mais de 85 anos. Cinco anos depois, e muito provavel que este numero tenha diminuido.
O Regedor disse…
"Chamar os Burros pelos nomes"

Disse o Sr. Investigador:
"Segundo o que sei, já existiu um grupo, há poucos anos atrás, que queria fazer negócio na barraca da comissão de festas, MAS não chegou a ir em adiante porque tinha de pagar uma determinada quantia!
Há pessoal que adora pedinchar favores."

Cá vai a verdade dos Factos

O grupo: eu e mais 2 pessoas.
A quantia: 200 contos (1000€)
Ano: 2003

Em 2003 a Comissão de festas não queria organizar a barraca das festas e ninguém estava muito interessado em fazê-la. Na altura o Grupo Folclorico não estava praí virado e os interessados não abundavam.

Sendo assim, eu e mais duas pessoas fomos falar com dois elementos da Comissão de Festas no sentido de alugar a barraca das festas.

Foi acordado o seguinte negócio entre nós e a Comissão:
- pagávamos 1000 € pelo aluguer
- a Comissão tinha de montar a barraca até à quarta-feira antes do Domingo da Festa.

Ora, na quarta-feira nada estava montado. Demos a tolerância até Quinta-feira. Acontece que na Sexta-feira à noite ainda nem tinham começado a montar a barraca.

Conclusão óbvia 1: uma das partes faltou com os seus deveres

Conclusão óbvia 2: quando alguém falha a sua parte no negócio, deixa de haver negócio.


Agora responda-me se faz favor:
Quem não cumpriu com a sua parte?
Acha que pagar 1000 euros pelo aluguer de uma barraca é pedinchar favores?
Se acha que sim, então o que me diz dos que tiveram a barraca para usar sem pagar nada?

PS. se quiser mais esclarecimentos venha falar comigo para ir-mos conversar com os intervenientes no negócio para ver quem fala a verdade.
cafe_mestre_joao disse…
PROMOÇÃO NO CAFÉ MESTRE JOÃO

OFERTA de 1 jogo de snooker ou 1 jogo de matraquilhos por cada 2€ de consumo no Café Mestre João.

Nota:
- Deverá reclamar a oferta no momento da compra.
- A oferta do jogo é válida até às 21h30 do dia seguinte.
- Promoção válida apenas para compras a pronto.
- Esta promoção não abrange o minimercado.
deus2 disse…
Concordo com o numero 2 do comentario do blogger cavalete.

Tens o meu apoio.
A barraca das festas deve ser alugada a quem der mais dinheiro por ela e esse dinheiro vai para a Igreja que precisa dele ou é dividida em duas ou três barracas para alugar também.

Não se pode dar uma barraca que dá milhares de euros de lucro de mão beijada.

O Regedor e os dois amigos tinham de pagar mil euros pela barraca e agora não se paga nada... tá certo!

Devia-se aproveitar aquele espaço para dar lucro à Senhora da Graça e alugá-lo a quem quisesse.
As festas ficavam com mais dinheiro para fazer festas melhores.


Adeus
gnussen disse…
Enquanto a madrugada dura....

Mais um ano, mais uma festa, mais negócio e mais nada!

o Investigador é muito esperto!Só nao entendo o cliché de investigador se no Porto Formoso é tudo tão simples. Trocava este nick por CENSURADOR, ficava-lhe melhor!


A festa ta a chegar e só se fala em dinheiro, em lucro...é uma tristeza! Eu que nem sou muito católico nao faço da hipocrisia religiosa um fundo lucrativo.


Por mim estas festas todas deviam existir de dois em dois anos ou até mais!


Tão caindo no obsoleto...enfim!Se não há religião para quê festa?

Talvez uns 35% da população vai à missa, e desses 35% apenas pr'ai 15% sentem ou respeitam o que o Padre profissionalmente proclama no altar! É uma vergonha... Ides para a praia dos moinhos que é melhor! Um abraço ao pessoal.
JASRAPOSO disse…
O jornal "Açriano Oriental" de hoje noticia que o Snack-Bar "O MOINHO" poderá vir a ser demolido por se encontrar ilegal.

A referida notícia transcreve algumas afirmações do seu proprietário sobre esta matéria.
AGUIA disse…
Para um esclarecimento cabal da situação, convinha saber quem não quis alugar o espaço para a barraca. Foi o pároco, a comissaão fabriqueira ou a comissão de festas?
Andam alguns dessses senhores a dizerem que não há dinheiro e recusaram uma ofera de 200 contos.
Se àqueles 200 contos somamos mais duzentos do ano passado mais a inflação, estamos a falar de 500 contos. É muito dinheiro para quem tem dificuldades de "massa".
Admiram-se depois com o facto das pessoas contribuirem com pouco dinheiro para as festas.
belo_dia disse…
amigo regedor

estive a investigar e conlui que o amigo não fala a verdade ao dizer que o grupo flocorico teve a barraca sem pagar nada é a mais pura das mentiras, alias o aluguer foi bastante caro e só não foi mais porque alguns membro dom referido grupo ajudam a comissão e a igreja na medeida do possivel.~
talvez se vª. exa. e outras pessoas tivessem o mesmo comportamento que o grupo, quem sabe se não vos seria a tribuido um lugar na dita barraca.
cumprimentos.

ps: sr. regedor, o sr. é a favor do regime salazarista?


que belo dia está hoje
AGUIA disse…
Onde está o dinheiro que informam ter pago à Igreja se o padre não deu dele conhecimento quando anunciou as contas das festas???
Cavalete disse…
Versao integral da noticia de hoje do AO ja aqui referida pelo Jasraposo.

Snack-Bar “O Moinho” pode ser demolido por se encontrar ilegal
2006-08-31
por PAULO FAUSTINO


A ampliação do Snack-Bar “O Moinho”, no lugar com o mesmo nome no Porto Formoso, ocorreu na ilegalidade e o seu proprietário enfrenta agora o risco de pagar uma multa até 30 mil euros e ver demolida a parte do edifício que foi aumentada.

O contencioso que opõe José Soares à Secretaria Regional do Ambiente e do MAr (SRAM) já tem alguns meses e actualmente está a ser resolvido na barra do tribunal.

Ao todo, são quatro os processos que recaem sobre o empresário, relativos, no essencial, a construções ilegais. A mais flagrante reside na ampliação do estabelecimento e a invocação de ilícito, por parte da SRAM, ancorada no argumento de que se avançou para as obras desrespeitando o parecer negativo que vinculou, motivado, por seu turno, pela falta de um documento que comprovasse a delimitação privada do imóvel e terreno envolvente (até às barrocas do mar) e, consequentemente, a sua demarcação relativamente ao domínio público marítimo. José Soares avançou com esse pedido para a Comissão Nacional de Domínio Público Marítimo, juntamente com registos prediais e escrituras dando conta da sua condição de proprietário, mas não quis esperar três ou quatro anos - é esse o prazo que aponta - pela sua aprovação em Lisboa. E isto porque “tinha a Inspecção das Actividades Económicas em cima”, a dizer que o antigo bar, nascido de um velho moinho há mais de vinte anos, “não oferecia as condições exigidas” em termos higiénicos.

“Tínhamos urgência e não podíamos esperar o tempo que Lisboa leva a diferir a documentação. Então, sob conselho verbal de alguns responsáveis, avançámos com as obras. Quando avançámos, a Secretaria caiu-nos em cima e levantou-nos vários autos que estão a ser discutidos em tribunal”, recorda.

Uma das notificações contraordenacionais da SRAM previu mesmo a ordem de demolição do edifício, travada, no entanto, pelo empresário por via da impugnação judicial.


Empresário admite que errou

José Soares admite que, devido “à burocracia”, cometeu ilegalidade e acabou por pôr “a carroça à frente dos bois”. Mas, “acima de tudo”, reconhece a “utilidade pública” do seu projecto, já que os utentes da praia do Porto Formoso e as pessoas em geral passaram a dispor de melhores condições no único bar e esplanada existentes na zona. “Provámos que a propriedade não estava em domínio público marítimo, que é privada. Isso foi provado, mais que provado, sempre o foi”. E aproveitou o acontecimento para, a quem de direito, se queixar das burocracias que, frequentemente, condicionam o empreendedorismo: “Penso que os casos devem ser vistos um a um: os burocratas deviam ver a utilidade pública do assunto. Existe neste estabelecimento um serviço público mais do que útil, com uma assistência às pessoas que, de outra forma, nada teriam”.

Soares joga à defesa com a Secretaria do Ambiente, ao lembrar que este departamento governamental tem problemas ainda por resolver na zona dos Moinhos. É o caso dos esgotos que correm para a praia, “esse sim um problema de saúde pública” e, por enquanto, sem solução.||
Investigador disse…
Caro Gnussen..és bom, mas para poeta e para "divagares no espaço"!

Sou talvez censurador porque estou a tocar nalgum ponto fraco teu ou de algum amigo teu! Quando os 95% dos bloguers criticam, não são censuradores! Que piada! Cresce e aparece!

Caro Regedor!
Voce deveria visitar mais a freguesia para saber e comentar melhos as coisas que aqui se passam! E deveria ir à Missa para ouvir o que o sr. Padre diz. Assim, já não tinha cometido o erro de dizer que as pessoas não pagaram os 1000 euros pela barraca!

O blog foi criado, e cada um tem o direito de criticar seja o que for! "Todos os perús tem o seu Natal"!
Investigador disse…
Caro águia..recomendo-lhe umas idas à Missa! Tenho gostado dos seus comentários, mas este último colocou-o em maus lençois!

Um abraço!
O Regedor disse…
Caro blogger belo_dia,

deve ter lido mal porque eu nunca disse que o Folclore não tinha pago a barraca. Leia o comentário de novo quantas vezes precisar.

Reparei que ninguém respondeu às 3 perguntas que fiz.
Deve ser porque as respostas são óbvias demais.

PS. A sua pergunta se sou salazarista é tão absurda que me fez rir durante um minuto.
AGUIA disse…
O Porto Formoso é uma freguesia esquisita:
- A Câmara Municipal transfere dinheiro para a Casa do Povo destinado ao Grupo Folcolórico e Equipa de Futebol. Aquelas entidades não receberam o dinheiro
- O Grupo Folcolórico diz ter pago 1000,00€ à Comissão de Festas, esta não dá conhecimento do seu recebimento.
Parece que nesta freguesia o dinheiro tem a signa de não chegar a parte alguma. Perde-se pelo caminho nos bolsos de sabe-se lá quem
Investigador disse…
Caro Aguia...o porto formoso não é uma freguesia esquisita, tem em maioria pessoal malandro, snob, critico e mal informado! Essa gente ainda preocupa-se com os que fazem alguma coisa. É muito facil comentar!
Já que tás preocupado, dirige-te à Casa do Povo e à Comissão de Festas. Quem sabe, até toca-te no coração e ajudas a malta a montar as iluminações!
belo_dia disse…
amigo regedor,

se os facto são como o amigo os descreve então quem não cumpriu a sua parte foi a comissão, 1000 não é pedinchar, mas, e o resto? o grupo folclorico sempre pagou aluguer

ps: É-lhe dificil responder a uma pergunta que só lhe pede um sim ou um não?
verdascada disse…
Há aqui um comentador chamado Investigador!
O senhor Investigador devia ir investigar onde estão os 23 mil euros que a Câmara tranferiru para a Casa do Povo e nunca chegaram ao destino.

Vou fazer umas perguntas mesmo mesmo díficeis. Quem acertar ganha um chocolate Regina!

1 Preciso de ir tratar de uns assuntos à Casa do Povo. Onde me vou dirijir?
2 Onde estão os 23 mil euros que a Camara deu à Casa do Povo?
3 Quando acabam as obras no pavilhao multiusos?

Não tratem a população do Porto Formoso como ignorantes! Agente desconfia mas não tem a certeza.
deus2 disse…
Lembro-me que em 2003 quem fez a barraca das festas foi o filho do José do Monte numa carripana ambulante dessas com umas mesas na frente. Nao prestou para nada e não havia sítio porreiro para estar

De certesinha que foi um amanho que a comissão de festas arranjou à última da hora e perderam 1000 euros de lucro limpos.

Na festa do ano a seguir a comissão alugou a barraca ao folclore em troca de uma actuação nas festas e eu já ouvi dizer que o folclore leva 180 euros por cada espectaculo.

A comissão não alugou a barraca por 1000 euros e alugou no ano a seguir por 180 euros

A comissão tem jeito para o negócio poça pa´!aprendam com o comentário do cavalete.

Adeus
gnussen disse…
Creio que também estás a divagar nos espaço... o espaço para além de ser infinito é muito relativo!
Como tu não és investigador digo-te que não sou poeta, embora goste deste genero de literatura! Quanto a si, só lhe digo que não sei quem é. Pelos vistos soube logo quem eu era, não necessito de me esconder por tras de um nick para dizer o que penso!

Antes de terminar, uma pergunta: tu bom para quê?

A resposta não é obrigatória, jamais o seria....


Ah! que eu saiba ainda não falaste de nenhum ponto fraco meu.A questão não são pontos nem fraquezas, é apenas o vicio de estar sempre a falar da casa do povo e da junta de freguesia e de dinheiro. Se ganhas algum dinheiro com estas superfluas investigações, investe-o em livros policiais. Um Abraço.
gnussen disse…
A pergunta... tu és bom para quê?
JASRAPOSO disse…
O parque temático da Maia fará uma alusão ao Porto Formoso, com quatro temas - uma moagem, uma oficina de sapateiro, o castelo e o chá.

Se as pessoas do Porto Formoso venderam o seu património para aquele lugar - Não quero colocar em causa o direito de cada um em fazer o que quizer daquilo que tem - é uma grande pena.

Melhor seria que tivessem emprestado os seus materiais, temporariamente e através de protocolo.
AGUIA disse…
Já vi aqui uma série de intervenientes falarem em nome do Grupo Folcolórico, embora não saiba se estão mandatados para tal.
Caso estejam seria bom esclarecer todas as questões aqui levantadas de modo a que o Grupo consiga manter intacto o seu prestígio, assim como as pessoas que o compõem.
Investigador disse…
Caro gnussen!

Cada um tem o nick que quer! Isto dá-me vontade de rir!!

Eu sou bom porque atinjo os criticos malandros e snobs desta freguesia!

Voces quando comentarem neste blog,tenham a certeza daquilo que dizem, senão isto ainda vai dar correr muito mal!

É de lamentar, um grupinho de malandrecos a criticar tudo e todos, e sempre com o "cigarrito na boca"!
JASRAPOSO disse…
Embora os jornais semanais não sejam muito lidos no Porto Formoso, convém recordar que hoje se publica a última edição d`O INDEPENDENTE.

Foi um jornal muito importante e que teve o mérito de, com as suas investigações, ter feito cair alguns políticos.
deus2 disse…
Investigador tem mais tento na lingua e não chames o pessoal de malandreco de sonbs.
O blog é para dar opinioes e falar sobre coisas da freguesia, se queres chamar nomes e fazer ameaças e não sabes lidar com as criticas vai plantar couves na areia do meio.

Ganhavas mais se fosses investigar as respostas às perguntas que o blogger verdascada fez.

Adeus
O Regedor disse…
Amigo belo_dia,

pode acreditar que a história foi igual ao que aqui descrevi.

Quanto à sua pergunta acerca se o folclore pagou aluguer para utilizar barraca das festas:

não sei responder a essa pergunta. Nunca vi nenhuma transação de dinheiro e nunca vi nenhuma factura, por isso, não posso responder nem que sim nem que não. Já me disseram que uma vez o aluguer da barraca foi pago com uma actuação, mas também não sei se é verdade. Se for verdade não concordo.

Também eu, penso que não deveria haver um certo proteccionismo em relação à atribuição da barraca a esta ou aquela instituição. As finanças da festa ganhavam muito se reflectissem sobre o ponto nº2 do comentario que o blogger cavalete escreveu. Gostaria de ver mais bloggers a comentar esse ponto.
sono1 disse…
Coincidência das coincidências.

No ano de 1906 o Sr. Manuel Moniz de Sá foi á doca de P. Delgada buscar a actual imagem de Nossa Senhora da Graça, trazida numa carroça de bois, esta imagem entrou na freguesia pelo moinho da Condessa. Curioso, que ao fim de 100 anos após a sua chegada, esta imagem foi mandada a recuperar pelo neto do referido senhor Artur Moniz de Sá.
Não quero crer que após 100 anos a imagem de Nossa Senhora da Graça volta a percorrer o local por onde passou pela primeira vez. Esta iniciativa não foi baseada no que acabei de referir, porque o pároco nem tinha conhecimento deste facto. São coincidências das coincidências!!!!

Com um forte abraço.
sono1 disse…
Leia-se não querem crer.

Com um forte abraço
Manuela disse…
Hello my name is Manuela Casinha Santos, I love the picture above, its a picture of most of my family, My grandfather was Manuel Casinha, and my dad was also Manuel Casinha, hence my name Manuela Casinha, they were hopping for a male so I was given the female version. Jose Casinha was my Grandfather brother, Tia Ilisa was my Grandfather sister-in-law, I remember her and calling her that.
Jose Casinha was my father first cousing, and so was Maria da Luz Casinha, Maria do Carmo Casinha. I am so excited to find this particular blog and picture that I have spent most the day talking to family and emailing it around. Please send more as I would like to see more pictures of my family.
O Regedor disse…
Caros bloggers,

tenho recebido vários emails dos nossos emigrantes, mas também dos seus filhos e netos que nem sequer tiveram no Porto Formoso e querem saber como é viver cá. Demonstram grande vontade em conhecer a terra dos seus antepassados.
Receo emails dos Estados Unidos e do Canadá a comentar e a perguntar coisas acerca do Porto Formoso e da Casa da Mosca, etc.

Todos adoram o Porto Formoso.

Ps. Cara Manuela, já lhe enviei um email. Manuela, I´ve sent you an email.
nancya disse…
Gostei de ver que muitas pessoas gostaram de esta foto e que quer mais informaçao sobre a familia casinha. Eu gostava de mandar mais fotos da minha familia com muitas pessoas conhecidas do porto formoso. Ja escrevi para saber como e que se enviava as fotos para o regedor. Nao tive resposta. Tive que mandar esta foto para uma amiga minha do porto formoso para ela dar ao regedor. Gostava que o regedor escreve para mim ( ele ja tem o meu e-mail porque ja le dei a Manuela) para eu poder enviar mais fotos para ele. Se ele quizer porque eu sei que as pessoas que vao para este blog gostam de ver fotos antigas.
Hola, isto e a minha primera vez no site. Disculpa se o meu portugues no esta correcto. Soy a irmao da Manuela Casinha e a mas moca de seis filhos. Meu nome e Sandra Casinha, filha do Manuel Casinha, carpinteiro, do Porto Formoso. El tambem era dono do Loja do Casinha, perto do jardim e porto dos barcos/praia. Eu discubrio (discovered) este website quando estava precurando informacao sobre a minha familia. Quando vio o foto da matanca do porco com a minha familia, fiquei feliz.
De ser Canadiana, no faz que eu nao conheco o Porto Formoso. A ultima vez que visitei a ilha era em 1988, mas no esquesi nada. Ainda lemba dos meus primos, um que se chama Jose Antonio, e a sua mae, minha prima Dunizia (sorry for bad spelling)!! O sei pae tambem tinha uma loja donde eu comprava leite e muitos candies (ha ha) Gostava de ver mas fotos e obtener mas informacao sobre minha familia.
Ate logo! Take Care.
Sandra Casinha
nancya disse…
Ola sandra, eu ja escrevi para a tua irma. Ela ja sabe quem eu sou. As minhas Tias pode te dizer tudo ( o coiso) Sobre a nossa familia. Se queres falar comigo e so pedir o meu e-mail a tua irma Manuela.
Ate a proxima.
Cavalete disse…
I am so glad to see that this blog has put in contact many people from the Casinha family. It would be interesting to have family pictures of other numerous families like the Pachecos, Teixeiras, Medeiros, Tobias, Furtados...

We can have a compilation of 3/4 pictures from the past and the present. I am sure this would raise a lot the number of page views of this blog (which is already high).
Saudosa disse…
Queria dizer que o tio da minha mãe està neste retrato, que é of Manuel Paulos da Silva. Quando mostrei o retrato a minha mãe, ela ficou louca de contente porque ela não tinha nenhum retrato dele. Gostaria de ver mais retratos dos anos passados.

Visitas de Canada!
nancya disse…
ola saudosa, eu ja mandei fotos do nosso passado(com muitas pessoas conhecidas do porto formoso) para o regedor mas até agora nao vi estas fotos na casa da mosca. Eu sou a neta do manuel casinha( donde foi a matança do porco). Se voces quer mais fotos e so pedi o meu e-mail ao regedor e eu vou mandar. Até a proxima.
shark disse…
Simplesmente magnifico!
Recordo com bastante saudade as matanças em casa dos meus primos, o vinho abafado, o lavar as tripas na ribeira, jogar à bola com a bexiga do porco, o debulho, as morcelas... que saudades tenho muitas saudades deste tempo!
Parabéns pelo blog!

Todos os Verões sou assíduo a esta magnifica praia "Praia dos Moinhos". Eu ainda sou do tempo que a minha família ia tomar banho apanhar sol e as senhoras dos moinhos iam vê-las despidas e por vezes havia insultos. As pessoas iam colocar roupa a secar no areal.
Era um bom tempo!

Parabéns

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