Uma foto que vale o nosso passado
Última fila, da esq. para a dir.: Maunuel Paulos, José Calouro, Fernando Calouro, Manuel Anacleto, José Cabral, Fátima Mendonça, Alice Vieira (da Ribeira Funda), Delfina Casinha, Fátima Caloura, Maria do Carmo Casinha, Manuel Briló, José Casinha, Maria de Lurdes Aguiar, Maria do Carmo Aguiar. Fila do meio, da esq. para a dir.: Arminda Mendonça, Jerónimo Janeiro, Libéria Vieira (da Ribeira Funda), Maria da Luz Casinha, Maria Briló, Manuel Casinha, Rosa Briló, Elisa Casinha, Augusto Anacleto. Primeira fila, da esq. para a dir.: Manuel Branco Furtado, Almerinda Casinha, Carlos Teixeira (filho de Maria José Casinha), Maria de Jesus (filha de Norberto e da Zenaida), Inês Casinha, José Casinha (neto).
Convido todos os bloggers a apreciarem a riqueza técnica e cultural desta foto. Estão lá todas as características do nosso passado. Desde a casa, às pessoas, às flores.
Convido todos os bloggers a apreciarem a riqueza técnica e cultural desta foto. Estão lá todas as características do nosso passado. Desde a casa, às pessoas, às flores.

Comentários
Esta fotografia é um autêntico tratado história para o Porto Formoso.
Esta foto com mais de 40 anos revela quase tudo sobre as nossas gentes.
O Manuel Palos de cigarro na boca e o rapaz de robe são espectaculares e o dono da casa no meio de copo na mão!
Já agora alguem sabe quem foi o fotografo que tirou a foto?
Merecia ser recordado.
Telefonaram-me a dizer que a pessoa identificada por Manuel Paulos é o Manuel Percianino, pai da Rosa que mora na Canada das Gentes e é casada com o José de Nordeste. Será verdade?
Havia uma maior solidariedade entre as pessoas e, apesar da pobreza, prosperava a alegria.
A sabedoria das pessoas fixava-se num comportamento de ajuda mútua em que os maus juízos actuis eram substituidos por acções de verdadeira e sã camaradagem.
Em vez de invocarem as suas limitações com afirmações negativas e desencorajantes, as nossas gentes trabalhavam e conviviam.
Colocados um pouco à margem do progresso, essas pessoas tinham a grande capacidade de verem a beleza de Deus num pôr do Sol, no sorriso de uma criança ou na dádiva que brotava da terra.
É penas que os "intelectuais" de hoje não saibam ouvir os conselhos das pessoas que muito labutaram nesse passado recente..
PS - Hoje uma matança faz-se com meia dúzia de pessoas, na da foto há trinta.
Oxalá que sim, pois é sempre um sítio diferente, em que reina a "paz" e a amizade....
Cumps
James Dean
Este verao eu estive no porto formoso e vi que as pessoas nao se ajutem como antes. Apesar de agora teram mais posibilidades.
Pelo que vejo, a sua família continua a honrar o Porto Formoso.
Parabéns.
É altura de desafiar outros nossos emigrantes a enviar mais fotografias com as respectivas legendas.
Quando os encontrava distraídos na areia dos barcos pegava neles e levava-os para o mar. Aí largarva-os para aprenderem a nadar.
A par disso era também terrível nos beliscões que dava com os dedos dos pés. Naquela altura, usar sapatos era só pelas festas e nalguns Domingos....
cada vez que vejo uma foto antiga muito boa ela é obra do "olho clínico" do Sr. Remígio. Excelente fotografo.
O seu arquivo fotográfico deveria ser tornado público, num museu ou simplesmente numa exposição de fotografia.
“Tragam cebola e salsa
P’ra junto do alguidar
E digam à gente que passa
Que há porco p’ra matar
Temos hoje matança dura
P’ros lados da associação…
Há enchidos com fartura,
Vinho novo no canjirão.
O porco de banhas nobres
(do Manuel e da Maria),
na matança a casa dos pobres
enche de tanta alegria!
Rapazes e raparigas
Mais toda a minha gente,
reguemos estas cantigas
com figos e aguardente.
Rapazes vamos a elas…
que eu já não posso esperar.
Vamos provar as morcelas
Para depois se bailar.
…”
António Vallacorba.
Com um forte abraço
Uma festa engloba uma parte religiosa e outra profana e é desenvolvida por todas as forças vivas da freguesia.
O padre só falou e pouco na parte religiosa que segundo disse vai se feita "com a prata da casa".
A juntade Freguesia, a Comissão Fabriqueira, o Grupo de Jovens, que é feito dessa gente?
Um programa tão pobre não tras juventude nem pessoas de outras freguesias.
Não há gente com iniciativa para fazer actividades desportivas ou culturais de jeito.
Só resta ir para a barraca das festas... Como diz o outro é feia e mal decorada mas tem gente.
Na segunda-feira, é o dia de recordar os entes queridos, com a missa no cemitério, algo incomparável, que muitas freguesias tentam imitar mas sem conseguirem atingir as proporções do Porto Formoso. Iniciativa do padre João Botelho do Couto em levar a imagem de Nossa Senhora da Graça rumo ao cemitério, pároco na época desta fotografia.
Ao final do dia à procissão rumo ao porto de pescas (recolha dos mariscos), oferta dos pescadores da nossa terra, iniciativa do pároco Francisco, seguindo-se a procissão da recolha de oferendas pela freguesia.
Este ano, esta procissão irá ser feita com carros alegóricos.
Se muitas pessoas vêem as festas no aspecto profano, o que não deixa de ser importante, o conteúdo, a essência, encontra-se na vertente religiosa, compreendo a indignação de algumas pessoas, mas a festa é em honra da nossa padroeira.
Com um forte abraço.
Na Bíblia diz-se "nem só de pão vive o homem". Esta frase que tem como objectivo alertar para a necessidade da presença da religião na vida do Homem é muito curiosa e merece análise cuidada. Ao mesmo tempo que exprime esse ponto de vista, a expressão "nem só de pão" indica, por outras palavras, que também de pão vive o Homem, mas não só de pão.
Assim, percebemos que o "pão", que neste caso pretende enunciar as "coisas mundanas", ou seja, profano, também faz parte da existência humana, tal como a religião.
Assim podemos analisar o programa das festas em honra de Nossa Sra. da Graça.
Estas festas são religiosas, mas não se podem esgostar nesse aspecto.
Sabemos todos que a nível religioso as nossas festas são muito ricas, (como atrás foi descrito pelo blogger sono1) mas interessa, e muito, acrescentar algo mais.
Lembro-me de no 2º Domingo de Agosto ter passado na freguesia da Ribeirinha, por altura das festas da freguesia. Pude observar que uma das festas que atraía mais gente em todo o concelho estava deserta e com tempo bom a ajudar à festa. Porquê? Porque também aqui apenas existiu a religião.
Caminhamos para um futuro em que apenas no momento da procissão de Domingo haverá uma enchente de pessoas. O arraial, à noite, é um pequeno deserto, com uma banda de música a tocar para os mosquitos às voltas das lâmpadas.
É preciso algo mais.
Actividades desportivas, lúdicas, culturais, que envolvam a população. E não me falem em dinheiro, porque gostaria de saber quanto custa fazer um torneio de ping-pong, de futebol, uma conferência sobre um tema importante para a freguesia, um rally-papper, umas actividades de natação!
Além destes aspectos há questão dos espaços nocturnos. Na festa da Lomba da Maia haviam 3 barracas de relativo bom-gosto e um retiro. Uma era numa casa antiga de pedra, outra numa explanada bem construída e outra com duas divisões e motivos agrícolas.
No Porto Formoso vai haver apenas a barraca das festas. É onde todos vamos estar, mas é pouco, muito pouco, dentro de um mamarracho de cimento.
A festa merece mais actividades e mais diversidade. Compete à Comissão de Festas lutar por isso, ou julgam que basta fazer 3 procissões muito boas e montar a iluminação?
Com os devidos respeitos, aqui vai a minha opiniao!
Se todas as pessoas que escrevem aqui no blog a manifestar o grande empenho em transformar esta freguesia para algo melhor pusessem mãos à obra, ja viviamos em New York City !
O grande problema é a lingua afiada! Porque é que não foram atempadamente ter com a Comissão de Festas a propor essas ideias???? Viram o programa das festas e agora é so cortar na casaquinha! Tão bonito! Esta freguesia não progride porque a maior parte da população so sabe criticar aquilo que se faz! Este blog, apesar de ter alguns aspectos positivos, so vem demonstrar "a grande capacidade dos criticos porto formosenses!
Estou de acordo contigo
há mais gente para destruir, do que para construir
As Festas religiosas compete á igreija,e o seu programa está bem feito como sempre
o resto dos divirtimentos compete á população,estes que se fazem espertos que resolvem o resto em vez de estarem a criticar
é só Blá Blá Blá e nada de fazerem
Até Já
Porque é que essa comissão não marcou uma reunião com a Junta de Freguesia a ver se faziam alguma coisa em conjunto?
Se viram o programa das festas de S. Braz puderam constatar que a Junta de Freguesia interveio nas festas.
No Porto Formoso a Junta foi marginalizada.
Caríssimo regedor a passagem que referiu da bíblia é demasiado importante para que fique incompleta esquecendo-se de referir a segunda parte, “nem só de pão vive o homem mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”.
Com um forte abraço.
A Junta só apoio casos concretos e não dá dinheiro só por boas intenções.
Saibamos ser humildes em discutir o Livro Sagrado que é a Bíblia.
O grande problema é que os homens não sabem nem querem colocar em prática os ensinamentos do Grande Livro, a Biblia! Se fosse assim, não haveria as disputas politicas que existem, nem as "bocas" mal educadas! No Porto Formoso, o Pároco parece que se deixa influenciar pela "Superioridade" do vice presidente da comissão de festas! É de lamentar! Se o cargo de Pároco pudesse ser candidatável, o vice já o tinha ocupado.
volto a reiterar tudo o que escrevi.
Acho que o seu argumento tenta inverter os papéis.
O que me está a dizer é que como a Comissão de Festas não tem idéias novas, tem de ser o povo a ter?
Não concordo.
Quem está em lugares de decisão e de poder (Comissão de Festas) é que tem os meios necessários a executar as actividades requisitando a colaboração da população e não ao contrário.
Quanto à sua última frase acho que está correcta mas incompleta. Eu diria:
"Este blog, apesar de ter alguns aspectos positivos, so vem demonstrar a grande capacidade dos criticos porto formosenses" e a GRANDE INCAPACIDADE da maioria das pessoas que ocupam os lugares de poder do Porto Formoso!
Cumprimentos
A calma é uma das maiores virtudes!
Se és tão competente, candidata-te a um lugar de poder, para poderes fazer a grande mudança!
Para que tanta revolta com a Comissão de Festas? Foi porque a barraca não foi atribuida ao pessoal do epicentro?
não me sinto revoltado, antes conformado, porque é mais fácil ensinar um burro a ler do que mudar certas mentalidades.
Cada um faz o que pode ou quer fazer. A Comissão de Festas faz o que pode e sabe.
Não anseio nem me interessa o poder, além disso quando quiser fazer uma barraca faço e não necessito de andar a pedinchar favores.
Limito-me a dar a minha opinião e você dá a sua.
Penso que estamos entendidos.
Cumprimentos
eheheheh
As pessoas tiveram aquela iniciativa para animar as festas e não para obteram grandes lucros, apesar do saldo financeiro ter sido bastante positivo.
Se tivessem o lucro em prespectiva continuavam este ano.
Há que saber dar a oportunidade a outros...
Então este ano não vai haver Epicentro. É pena, pois era uma mais valia para as festas, porque a maioria das pessoas já não querem andar de um lado para o outro, querem é um sítio onde possam ouvir música, comer uns petiscos e beber umas bejecas... Normalmente as barracas das festas estão cheias de pessoas mais velhas e com uma música pimba de fundo, coisa que não é muito agradável...
Sempre pensei que este ano é que ia ser o ano de afirmação do Epicentro, pois com a experiência adquirida no ano anterior de certeza que iam ser melhorados alguns aspectos.
Até parece que com o acalmar da crise sísmica, também acalmou o espírito empreendedor dos promotores do Epicentro.
Agora caro Regedor como é que querem ganhar o respeito das pessoas se não conseguem fazer a mesma coisa dois anos seguidos, isto só mostra alguma falta de maturidade e de medo das críticas. Se fosse comigo este ano o Epicentro ia ter o dobro do tamanho para dar mais nas vistas...
Uma coisa lhes posso garantir, este ano nem ponho os pés no Porto.
Cumps
James Dean
"é mais fácil ensinar um burro a ler do que mudar certas mentalidades"!!!! Grande Verdade!
Segundo o que sei, já existiu um grupo, há poucos anos atrás, que queria fazer negócio na barraca da comissão de festas, mas não chegou a ir em adiante porque tinha de pagar uma determinada quantia!
Há pessoal que adora pedinchar favores.
Se criticam a capacidade de alguns, como é que se comenta o facto de nem conseguirem fazer outro epicentro! Grande Capacidade!
Dá-me vontade de rir
Umas boas festas!
1 - Em beneficio de um arraial socialmente agradavel, a zona festiva deveria situar-se apenas entre o cafe do Antonio e a casa do antigo sacristao. A extensao a zona do campo de futebol dispersa em demasia a populacao, criando muitos espacos vazios.
2 - Face a insuficiencia de dinheiro para completar o pavilhao multi-usos, qualquer exploracao daquele espaco deveria seguir as mais elementares regras de mercado. Nao estamos em condicoes de subsidiar qualquer instituicao do Porto Formoso atraves da ulilizacao semi-gratuita daquele espaco. E por demais evidente que a exploracao do pavilhao pode ser muito rentavel. Julgo que a forma mais interessante de maximizar a sua agradabilidade e rentabilidade seria criar quatro ou cinco zonas para bares/barracas dentro do pavilhao e arredores. Poderiamos ter uma zona comum de mesas ou cada bar teria a sua propria area de mesas. Depois seriam concedidas licencas de exploracao a precos minimamente acessiveis a quem estivesse interessado. Poderiamos ter uma versao reduzida do epicentro, a barraco da igreja (a quem seria dada a melhor localizacao), a barraca do grupo folclore, etc. Tenho a certeza que haveria "dinheiro" para todos, especialmente para as obras de conclusao do pavilhao. O que nao faz sentido e um mega restaurante em beneficio quase exclusivo de apenas uma instituicao.
3 - Nao deveriam haver carroceis. A sua localizacao junto ao campo de futebol dispersa a festa e junto a casa mortuaria degrada o espaco das barracas. Alem disso, provocam demasiado barulho.
4 - Mais nao se pode exigir do Padre e da vertente religiosa. Neste aspecto e das melhores festas dos Acores.
5 - E evidente que pode decorrer um programa desportivo paralelo as festas. O pontape de saida pode ser dado pela Junta mas nao ha mal nenhum se forem os privados a propor a Junta certas actividades. Especialmente se estes se comprometerem a participar na organizacao. Mais do que dinheiro, e preciso gente para levar por diante certas ideias.
6 - O resto e conversa...
Em 2001, segundo os censos, existiam 5 mulheres e 1 homem com mais de 85 anos. Cinco anos depois, e muito provavel que este numero tenha diminuido.
Disse o Sr. Investigador:
"Segundo o que sei, já existiu um grupo, há poucos anos atrás, que queria fazer negócio na barraca da comissão de festas, MAS não chegou a ir em adiante porque tinha de pagar uma determinada quantia!
Há pessoal que adora pedinchar favores."
Cá vai a verdade dos Factos
O grupo: eu e mais 2 pessoas.
A quantia: 200 contos (1000€)
Ano: 2003
Em 2003 a Comissão de festas não queria organizar a barraca das festas e ninguém estava muito interessado em fazê-la. Na altura o Grupo Folclorico não estava praí virado e os interessados não abundavam.
Sendo assim, eu e mais duas pessoas fomos falar com dois elementos da Comissão de Festas no sentido de alugar a barraca das festas.
Foi acordado o seguinte negócio entre nós e a Comissão:
- pagávamos 1000 € pelo aluguer
- a Comissão tinha de montar a barraca até à quarta-feira antes do Domingo da Festa.
Ora, na quarta-feira nada estava montado. Demos a tolerância até Quinta-feira. Acontece que na Sexta-feira à noite ainda nem tinham começado a montar a barraca.
Conclusão óbvia 1: uma das partes faltou com os seus deveres
Conclusão óbvia 2: quando alguém falha a sua parte no negócio, deixa de haver negócio.
Agora responda-me se faz favor:
Quem não cumpriu com a sua parte?
Acha que pagar 1000 euros pelo aluguer de uma barraca é pedinchar favores?
Se acha que sim, então o que me diz dos que tiveram a barraca para usar sem pagar nada?
PS. se quiser mais esclarecimentos venha falar comigo para ir-mos conversar com os intervenientes no negócio para ver quem fala a verdade.
OFERTA de 1 jogo de snooker ou 1 jogo de matraquilhos por cada 2€ de consumo no Café Mestre João.
Nota:
- Deverá reclamar a oferta no momento da compra.
- A oferta do jogo é válida até às 21h30 do dia seguinte.
- Promoção válida apenas para compras a pronto.
- Esta promoção não abrange o minimercado.
Tens o meu apoio.
A barraca das festas deve ser alugada a quem der mais dinheiro por ela e esse dinheiro vai para a Igreja que precisa dele ou é dividida em duas ou três barracas para alugar também.
Não se pode dar uma barraca que dá milhares de euros de lucro de mão beijada.
O Regedor e os dois amigos tinham de pagar mil euros pela barraca e agora não se paga nada... tá certo!
Devia-se aproveitar aquele espaço para dar lucro à Senhora da Graça e alugá-lo a quem quisesse.
As festas ficavam com mais dinheiro para fazer festas melhores.
Adeus
Mais um ano, mais uma festa, mais negócio e mais nada!
o Investigador é muito esperto!Só nao entendo o cliché de investigador se no Porto Formoso é tudo tão simples. Trocava este nick por CENSURADOR, ficava-lhe melhor!
A festa ta a chegar e só se fala em dinheiro, em lucro...é uma tristeza! Eu que nem sou muito católico nao faço da hipocrisia religiosa um fundo lucrativo.
Por mim estas festas todas deviam existir de dois em dois anos ou até mais!
Tão caindo no obsoleto...enfim!Se não há religião para quê festa?
Talvez uns 35% da população vai à missa, e desses 35% apenas pr'ai 15% sentem ou respeitam o que o Padre profissionalmente proclama no altar! É uma vergonha... Ides para a praia dos moinhos que é melhor! Um abraço ao pessoal.
A referida notícia transcreve algumas afirmações do seu proprietário sobre esta matéria.
Andam alguns dessses senhores a dizerem que não há dinheiro e recusaram uma ofera de 200 contos.
Se àqueles 200 contos somamos mais duzentos do ano passado mais a inflação, estamos a falar de 500 contos. É muito dinheiro para quem tem dificuldades de "massa".
Admiram-se depois com o facto das pessoas contribuirem com pouco dinheiro para as festas.
estive a investigar e conlui que o amigo não fala a verdade ao dizer que o grupo flocorico teve a barraca sem pagar nada é a mais pura das mentiras, alias o aluguer foi bastante caro e só não foi mais porque alguns membro dom referido grupo ajudam a comissão e a igreja na medeida do possivel.~
talvez se vª. exa. e outras pessoas tivessem o mesmo comportamento que o grupo, quem sabe se não vos seria a tribuido um lugar na dita barraca.
cumprimentos.
ps: sr. regedor, o sr. é a favor do regime salazarista?
que belo dia está hoje
Snack-Bar “O Moinho” pode ser demolido por se encontrar ilegal
2006-08-31
por PAULO FAUSTINO
A ampliação do Snack-Bar “O Moinho”, no lugar com o mesmo nome no Porto Formoso, ocorreu na ilegalidade e o seu proprietário enfrenta agora o risco de pagar uma multa até 30 mil euros e ver demolida a parte do edifício que foi aumentada.
O contencioso que opõe José Soares à Secretaria Regional do Ambiente e do MAr (SRAM) já tem alguns meses e actualmente está a ser resolvido na barra do tribunal.
Ao todo, são quatro os processos que recaem sobre o empresário, relativos, no essencial, a construções ilegais. A mais flagrante reside na ampliação do estabelecimento e a invocação de ilícito, por parte da SRAM, ancorada no argumento de que se avançou para as obras desrespeitando o parecer negativo que vinculou, motivado, por seu turno, pela falta de um documento que comprovasse a delimitação privada do imóvel e terreno envolvente (até às barrocas do mar) e, consequentemente, a sua demarcação relativamente ao domínio público marítimo. José Soares avançou com esse pedido para a Comissão Nacional de Domínio Público Marítimo, juntamente com registos prediais e escrituras dando conta da sua condição de proprietário, mas não quis esperar três ou quatro anos - é esse o prazo que aponta - pela sua aprovação em Lisboa. E isto porque “tinha a Inspecção das Actividades Económicas em cima”, a dizer que o antigo bar, nascido de um velho moinho há mais de vinte anos, “não oferecia as condições exigidas” em termos higiénicos.
“Tínhamos urgência e não podíamos esperar o tempo que Lisboa leva a diferir a documentação. Então, sob conselho verbal de alguns responsáveis, avançámos com as obras. Quando avançámos, a Secretaria caiu-nos em cima e levantou-nos vários autos que estão a ser discutidos em tribunal”, recorda.
Uma das notificações contraordenacionais da SRAM previu mesmo a ordem de demolição do edifício, travada, no entanto, pelo empresário por via da impugnação judicial.
Empresário admite que errou
José Soares admite que, devido “à burocracia”, cometeu ilegalidade e acabou por pôr “a carroça à frente dos bois”. Mas, “acima de tudo”, reconhece a “utilidade pública” do seu projecto, já que os utentes da praia do Porto Formoso e as pessoas em geral passaram a dispor de melhores condições no único bar e esplanada existentes na zona. “Provámos que a propriedade não estava em domínio público marítimo, que é privada. Isso foi provado, mais que provado, sempre o foi”. E aproveitou o acontecimento para, a quem de direito, se queixar das burocracias que, frequentemente, condicionam o empreendedorismo: “Penso que os casos devem ser vistos um a um: os burocratas deviam ver a utilidade pública do assunto. Existe neste estabelecimento um serviço público mais do que útil, com uma assistência às pessoas que, de outra forma, nada teriam”.
Soares joga à defesa com a Secretaria do Ambiente, ao lembrar que este departamento governamental tem problemas ainda por resolver na zona dos Moinhos. É o caso dos esgotos que correm para a praia, “esse sim um problema de saúde pública” e, por enquanto, sem solução.||
Sou talvez censurador porque estou a tocar nalgum ponto fraco teu ou de algum amigo teu! Quando os 95% dos bloguers criticam, não são censuradores! Que piada! Cresce e aparece!
Caro Regedor!
Voce deveria visitar mais a freguesia para saber e comentar melhos as coisas que aqui se passam! E deveria ir à Missa para ouvir o que o sr. Padre diz. Assim, já não tinha cometido o erro de dizer que as pessoas não pagaram os 1000 euros pela barraca!
O blog foi criado, e cada um tem o direito de criticar seja o que for! "Todos os perús tem o seu Natal"!
Um abraço!
deve ter lido mal porque eu nunca disse que o Folclore não tinha pago a barraca. Leia o comentário de novo quantas vezes precisar.
Reparei que ninguém respondeu às 3 perguntas que fiz.
Deve ser porque as respostas são óbvias demais.
PS. A sua pergunta se sou salazarista é tão absurda que me fez rir durante um minuto.
- A Câmara Municipal transfere dinheiro para a Casa do Povo destinado ao Grupo Folcolórico e Equipa de Futebol. Aquelas entidades não receberam o dinheiro
- O Grupo Folcolórico diz ter pago 1000,00€ à Comissão de Festas, esta não dá conhecimento do seu recebimento.
Parece que nesta freguesia o dinheiro tem a signa de não chegar a parte alguma. Perde-se pelo caminho nos bolsos de sabe-se lá quem
Já que tás preocupado, dirige-te à Casa do Povo e à Comissão de Festas. Quem sabe, até toca-te no coração e ajudas a malta a montar as iluminações!
se os facto são como o amigo os descreve então quem não cumpriu a sua parte foi a comissão, 1000 não é pedinchar, mas, e o resto? o grupo folclorico sempre pagou aluguer
ps: É-lhe dificil responder a uma pergunta que só lhe pede um sim ou um não?
O senhor Investigador devia ir investigar onde estão os 23 mil euros que a Câmara tranferiru para a Casa do Povo e nunca chegaram ao destino.
Vou fazer umas perguntas mesmo mesmo díficeis. Quem acertar ganha um chocolate Regina!
1 Preciso de ir tratar de uns assuntos à Casa do Povo. Onde me vou dirijir?
2 Onde estão os 23 mil euros que a Camara deu à Casa do Povo?
3 Quando acabam as obras no pavilhao multiusos?
Não tratem a população do Porto Formoso como ignorantes! Agente desconfia mas não tem a certeza.
De certesinha que foi um amanho que a comissão de festas arranjou à última da hora e perderam 1000 euros de lucro limpos.
Na festa do ano a seguir a comissão alugou a barraca ao folclore em troca de uma actuação nas festas e eu já ouvi dizer que o folclore leva 180 euros por cada espectaculo.
A comissão não alugou a barraca por 1000 euros e alugou no ano a seguir por 180 euros
A comissão tem jeito para o negócio poça pa´!aprendam com o comentário do cavalete.
Adeus
Como tu não és investigador digo-te que não sou poeta, embora goste deste genero de literatura! Quanto a si, só lhe digo que não sei quem é. Pelos vistos soube logo quem eu era, não necessito de me esconder por tras de um nick para dizer o que penso!
Antes de terminar, uma pergunta: tu bom para quê?
A resposta não é obrigatória, jamais o seria....
Ah! que eu saiba ainda não falaste de nenhum ponto fraco meu.A questão não são pontos nem fraquezas, é apenas o vicio de estar sempre a falar da casa do povo e da junta de freguesia e de dinheiro. Se ganhas algum dinheiro com estas superfluas investigações, investe-o em livros policiais. Um Abraço.
Se as pessoas do Porto Formoso venderam o seu património para aquele lugar - Não quero colocar em causa o direito de cada um em fazer o que quizer daquilo que tem - é uma grande pena.
Melhor seria que tivessem emprestado os seus materiais, temporariamente e através de protocolo.
Caso estejam seria bom esclarecer todas as questões aqui levantadas de modo a que o Grupo consiga manter intacto o seu prestígio, assim como as pessoas que o compõem.
Cada um tem o nick que quer! Isto dá-me vontade de rir!!
Eu sou bom porque atinjo os criticos malandros e snobs desta freguesia!
Voces quando comentarem neste blog,tenham a certeza daquilo que dizem, senão isto ainda vai dar correr muito mal!
É de lamentar, um grupinho de malandrecos a criticar tudo e todos, e sempre com o "cigarrito na boca"!
Foi um jornal muito importante e que teve o mérito de, com as suas investigações, ter feito cair alguns políticos.
O blog é para dar opinioes e falar sobre coisas da freguesia, se queres chamar nomes e fazer ameaças e não sabes lidar com as criticas vai plantar couves na areia do meio.
Ganhavas mais se fosses investigar as respostas às perguntas que o blogger verdascada fez.
Adeus
pode acreditar que a história foi igual ao que aqui descrevi.
Quanto à sua pergunta acerca se o folclore pagou aluguer para utilizar barraca das festas:
não sei responder a essa pergunta. Nunca vi nenhuma transação de dinheiro e nunca vi nenhuma factura, por isso, não posso responder nem que sim nem que não. Já me disseram que uma vez o aluguer da barraca foi pago com uma actuação, mas também não sei se é verdade. Se for verdade não concordo.
Também eu, penso que não deveria haver um certo proteccionismo em relação à atribuição da barraca a esta ou aquela instituição. As finanças da festa ganhavam muito se reflectissem sobre o ponto nº2 do comentario que o blogger cavalete escreveu. Gostaria de ver mais bloggers a comentar esse ponto.
No ano de 1906 o Sr. Manuel Moniz de Sá foi á doca de P. Delgada buscar a actual imagem de Nossa Senhora da Graça, trazida numa carroça de bois, esta imagem entrou na freguesia pelo moinho da Condessa. Curioso, que ao fim de 100 anos após a sua chegada, esta imagem foi mandada a recuperar pelo neto do referido senhor Artur Moniz de Sá.
Não quero crer que após 100 anos a imagem de Nossa Senhora da Graça volta a percorrer o local por onde passou pela primeira vez. Esta iniciativa não foi baseada no que acabei de referir, porque o pároco nem tinha conhecimento deste facto. São coincidências das coincidências!!!!
Com um forte abraço.
Com um forte abraço
Jose Casinha was my father first cousing, and so was Maria da Luz Casinha, Maria do Carmo Casinha. I am so excited to find this particular blog and picture that I have spent most the day talking to family and emailing it around. Please send more as I would like to see more pictures of my family.
tenho recebido vários emails dos nossos emigrantes, mas também dos seus filhos e netos que nem sequer tiveram no Porto Formoso e querem saber como é viver cá. Demonstram grande vontade em conhecer a terra dos seus antepassados.
Receo emails dos Estados Unidos e do Canadá a comentar e a perguntar coisas acerca do Porto Formoso e da Casa da Mosca, etc.
Todos adoram o Porto Formoso.
Ps. Cara Manuela, já lhe enviei um email. Manuela, I´ve sent you an email.
De ser Canadiana, no faz que eu nao conheco o Porto Formoso. A ultima vez que visitei a ilha era em 1988, mas no esquesi nada. Ainda lemba dos meus primos, um que se chama Jose Antonio, e a sua mae, minha prima Dunizia (sorry for bad spelling)!! O sei pae tambem tinha uma loja donde eu comprava leite e muitos candies (ha ha) Gostava de ver mas fotos e obtener mas informacao sobre minha familia.
Ate logo! Take Care.
Sandra Casinha
Ate a proxima.
We can have a compilation of 3/4 pictures from the past and the present. I am sure this would raise a lot the number of page views of this blog (which is already high).
Visitas de Canada!
Recordo com bastante saudade as matanças em casa dos meus primos, o vinho abafado, o lavar as tripas na ribeira, jogar à bola com a bexiga do porco, o debulho, as morcelas... que saudades tenho muitas saudades deste tempo!
Parabéns pelo blog!
Todos os Verões sou assíduo a esta magnifica praia "Praia dos Moinhos". Eu ainda sou do tempo que a minha família ia tomar banho apanhar sol e as senhoras dos moinhos iam vê-las despidas e por vezes havia insultos. As pessoas iam colocar roupa a secar no areal.
Era um bom tempo!
Parabéns